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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

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Anelise Campoi é sócia-fundadora da Acampoi Arquitetura. Formada em Edificações pela Escola Técnica Federal de São Paulo e em Arquitetura pela Universidade Bandeirante de São Paulo, iniciou sua carreira em 1998 na empresa Telesp Celular/VIVO, acompanhando todo o processo de privatização da Telesp Celular, atuando na implantação de novos prédios e lojas.

Além da Vivo também foi colaboradora em empresas multinacionais (CBRE E Nike). Na Nike foi coordenadora responsável pela implantação de Nike Stores, Shop in shops e Factory Stores .

Em 2009, abriu a empresa Acampoi Arquitetura voltada a arquitetura comercial e corporativa. Desde então, vem atuando com grandes redes no desenvolvimento e execuções de projetos. A Acampoi Arquitetura conquistou o prêmio de design de varejo RDI Retail Design Institute Brasil na categoria médios formatos com a loja Scavone em 2014, e em 2016, com a agência Sicredi Av Paulista (na categoria: médios formatos) e Puma (na categoria pequenos formatos).

LOJA TEMPORÁRIA FILA – EVENTO RIO OPEN 2017

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1.-  Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?
O briefing do cliente veio com o intuito de criarmos uma loja temporária para funcionar durante o Rio Open 2017 (20 a 26/fev/2017). O projeto teria que mostrar ao público do esporte Tênis, a marca FILA , com suas características e aspirações, com destaque para categoria dos calçados tênis. A loja deveria ter impacto visual para o público dando visibilidade à marca.

Partimos do princípio de fazer uma loja que, mesmo sendo temporária, não tivesse cara de stand, de algo temporário, e sim tivesse cara de loja mesmo e pudesse mostrar a marca com impacto. As formas da loja foram criadas com cantos arredondados para remeter à logomarca. Utilizamos linhas retas, bastante vidro e uma grande vitrine com utilização de gigantografias.

Criamos um mobiliário especial para essa loja que pudesse ser utilizado também em outras lojas eventuais: um mobiliário de visual leve , autoportante para dar flexibilidade a instalações futuras, com utilização de metal telado, madeira e uso do branco para destacar e contrastar com a cor dos produtos.  Usamos também um piso de madeira com vitrine embutida de vidro para destacar as bolinhas de tênis, valorizando o visual merchandising da loja e a temática do evento.

2- Quais foram os materiais utilizados?
Para execução da loja, foram construídas paredes em madeira de compensado de 6 mm, proveniente de reflorestamento e com posterior revestimento em bagum na cor branco, pórticos nas cores da marca para fachada e piso em madeira rústica.

Os mobiliários foram desenhados e desenvolvidos para esta loja e para uso posterior em outras lojas temporárias da marca. Utilizamos metal e madeira nos mobiliários, desenho modular, auto portante, uso de telado metálico para dar transparência e leveza.

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3- Quais os desafios enfrentados para a criação do projeto?
Os desafios foram, principalmente, o tempo curto e budget apertado para fazer uma loja temporária que praticamente era como uma loja real, com área de 140m² + Patamar de acesso de 34m².

O processo de criação dos projetos, protótipos de mobiliário e execução foram de 60 dias, aproximadamente, incluindo a execução da loja que foi feita em 15 dias.

Não tínhamos nenhum material pronto nem manuais de mobiliário da marca. Tivemos que criar tudo do zero, desenhos de mobiliário, protótipos e projetos com aprovações da marca.

4- Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
O pedido especial foi a criação de um espaço de customização onde o cliente pudesse customizar o produto com o logo do evento, seu nome e data, conforme a escolha de cada um , trazendo a memória do evento aos produtos adquiridos.

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5- Qual foram os principais conceitos de Visual Merchandising e Store Design aplicados à loja?
Usamos mobiliários modulares, flexíveis e duráveis para lojas de evento, que valorizassem o produto com suas características e tecnologia. Criamos elementos de destaque como os totens na vitrine para dar ritmo e valorização aos calçados, uma vitrine no piso com a brincadeira das bolinhas de Tênis e um espaço de customização para trazer a exclusividade ao cliente. Valorizamos a iluminação noturna da loja com destaque para vitrine e cores da marca projetadas nas árvores.

6- O que o projeto significou para a empresa/você?
O projeto nos fez olhar a arquitetura de varejo de uma outra forma. A forma de transformar algo temporário com visual de arquitetura de loja definitiva, respeitando o budget de uma loja temporária.

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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

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Miguel Góes é arquiteto formado pela FAUUSP (1987), constituiu a MGoes Arquitetura+Design em 2010 reunindo arquitetos e designers, com os quais elabora projetos para clientes como Unilever, Bayer, Banco Original, entre outros; moldando o escopo de trabalho às necessidades e peculiaridades de cada cliente, criando e desenvolvendo desde objetos à edifícios.

Miguel é associado do RDI Brasil e recentemente desenvolveu, junto com os arquitetos Mario Tavares, Cecília Góes, ambos coordenadores, Gabriel Blanco, Priscilla Bernovitz, Rafael Igayara e a designer Ana Carolina Caldas Fernandes, o projeto de carrinho/quiosque para a marca de sorvetes americana Ben & Jerry’s.

 BEN & JERRY’S

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1- Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?
O cliente pedia um veículo, uma loja sobre rodas. Pensamos em um design diferenciado, em não utilizar um veículo existente, mesclando texturas e elementos da marca Ben&Jerry’s com veículos icônicos, de certa forma vintage, que têm relação com o universo da marca. Tinha ainda que ter um aspecto lúdico e “fun”. Outra fonte de inspiração foram os elementos de identidade e visual merchandising que já eram empregados por nós nas lojas da marca.


2- Quais foram os materiais utilizados?
Fundamentalmente usamos a telha ondulada como pano de fundo. Nas lojas da marca, esse material remete às construções rurais, os celeiros, os estábulos e  os silos. Sobre a textura ondulada, aplicamos cores e a iconografia da marca de forma sobreposta, criando uma linguagem de recortes e colagem.

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3- Quais os desafios enfrentados para a criação do projeto?
Em primeiro lugar, o prazo. Com o tempo correndo, fizemos uma concepção relâmpago, aprovada aqui e pela matriz da Ben&Jerry’s. Em segundo lugar, acomodar em um espaço mínimo um programa completo de equipamentos e acessórios. O programa de necessidades e equipamentos sofreu acréscimos ao longo do caminho. Funcionalmente é um programa complexo com instalações elétricas e hidráulicas refinadas, com freezers, estoque, exaustão, saída de calor para compressor, contenção para dreno e possíveis vazamentos. Subcontratamos e coordenamos os projetos complementares. O “veículo” deveria ainda ser facilmente transportável e manejável, pensado para transporte e instalação em pontos de venda remotos. E, finalmente, o custo. Uma das diretrizes foi trabalharmos com total atenção ao custos de fabricação e instalação.

4- Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
O cliente solicitou uma loja “sobre rodas”, mas que não pudesse ser de forma nenhuma identificada como um veículo real, remetendo a uma marca existente de automóveis.

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 5- Qual foi o conceito de Comunicação Visual aplicado?
Usamos elementos de identidade visual que já eram empregados por nós nas lojas da marca, com o máximo destaque para a Woody Cow e as montanhas de Vermont, todos aplicados como colagem sobre a textura de telhas e cores vivas do universo visual da marca.

6- O que o projeto significou para a empresa/você?
Temos contribuído sistematicamente com elementos específicos para as lojas que projetamos para a marca. Foram já doze lojas até o presente momento. Ao longo desse processo, incorporamos elementos que têm sido utilizados pelo mundo afora. Este projeto, que é integralmente inventado por nós, marca um passo importante no relacionamento com o cliente Ben & Jerry´s.

 

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A nova Pop-Up Store da Vans Outlet

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O novo projeto de Pop-Up Store da Vans Outlet, localizado na rua Teodoro Sampaio, em Pinheiros, São Paulo, foi desenvolvido pelo escritório Acampoi Arquitetura. O mobiliário da loja foi desenvolvido e produzido pela nossa parceira do RDI Brasil, a MovMent.

A Vans Outlet teve como premissa o conceito de loja Pop-Up, tendo como maior desafio a modificação mínima do local. Assim, em sua composição de projeto, soluções como: forro aparente, vitrine aberta, piso único e mobiliário com utilização de madeira OSB, são soluções que facilitam a rápida mudança da loja, além de traduzir o conceito da marca com a linguagem street.

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O conceito de exposição também foi pensado para uma loja Pop-Up tendo painéis de parede autoportantes que se fecham como uma “caixa”, facilitando a locomoção e transporte. Além disso, tanto o mobiliário de parede, quanto o de piso, têm uma grande capacidade para  estoque de calçados e vestuário,  além de possuir sistemas de rodizio para facilitar a locomoção.

A aplicação e seleção dos materiais foram pensadas de forma a traduzir o espírito da marca : como o piso remetendo ao concreto, o metal dos mobiliários e a madeira OSB crua que, em conjunto com a cor preta da marca, traduzem uma linguagem skateboard / street para o conceito da loja. A madeira OSB – Oriented Strand Board utilizada nos mobiliários é considerada produto “verde” já que é produzida de florestas renováveis de pinus, uma preocupação da marca com a questão do meio ambiente.

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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

Solange_Renault_rdi_brasilSOLANGE VILLANUEVA RENAULT, é arquiteta formada pela FAUSP e sócia diretora da A6 Arquitetura + Design, juntamente com sua também colega de FAU, a arquiteta Iara Jatene. A A6 foi uma das primeiras empresas especializada em Arquitetura de Varejo no Brasil. Ambas, Solange e Iara são associadas do Retail Design Institute Brasil desde sua formação. Solange é também VP de Arquitetura da atual gestão do POPAI BRASIL, professora da pós graduação da IBEVAR, Sócia fundadora da ABIESV – Associação da Indústria e Serviços do Varejo e palestrante na FGV, Couromoda, entre outros.

A A6 teve sua origem em 1982 e desde então tem atuado de forma diferenciada, proporcionando soluções integradas em arquitetura, comunicação visual e identidade corporativa. Com a expertise adquirida em mais de 1000 projetos realizados, a A6 oferece soluções completas que abraçam todas as áreas relativas à imagem de um empreendimento.

Rhino

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Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?
Nos inspiramos nos jovens que têm pouco tempo, se preocupam com comida saudável, leve e prática. Com toda a personalidade, querem “fazer do meu jeito” e gostam de ambiente descontraído.

Quais foram os materiais utilizados?
Utilizamos madeira no balcão frontal, inox em toda a área de produção e bancadas, e cerâmica turquesa como revestimento. A escolha dos materiais traz um ar de estar em casa, de forma moderna e jovem.

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Quais foram os desafios enfrentados?
O grande desafio foi criar em conjunto com o cliente, um novo negócio de alimentação. O projeto abrangeu escolha de nome, logomarca, arquitetura e ambientação da loja. A operação concentrada num espaço linear necessitou estudos operacionais. O objetivo foi desenvolver um modelo de operação eficiente tanto para a escolha do produto pelo cliente, quanto para o colaborador interno, proporcionando a facilidade de reprodução do modelo de negócio, pois a empresa tem planos de expansão.

Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
Os empresários queriam que o cliente se aproximasse e visualize os produtos com facilidade. Por ter experiência em alimentação gourmet, acreditavam no potencial de atração e encantamento do produto, que é montado na frente do cliente. Os empresários são jovens e assim colocaram sua expectativa de criar um personagem com a marca, e que este personagem pudesse “conversar” com o cliente.

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Qual foi o conceito de Visual Merchandising aplicado?
Criamos um ambiente acolhedor e que demonstrasse profissionalismo, com uma identidade própria, em um pequeno espaço. O conceito do projeto é se comunicar com o público jovem e ser “descomplicado”. Interagindo com o cliente, utilizamos o rinoceronte e o passarinho na marca que explicam a forma de montagem do lanche. Complementando o conceito jovem, utilizamos iluminação de Led sobre o balcão e para criar atração visual, uma linha de iluminação indireta em toda a parte superior no fundo da loja.

O que o projeto significou para a empresa/você?
Participar do nascimento de um projeto completo, que abrange a interação de todos os elementos de comunicação do cliente, é sempre um presente para nossa empresa. É um grande desafio e um grande prazer vê-lo concretizado e com sucesso!

Floral Atlanta

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Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?
Nos inspiramos nos armazéns antigos, onde os produtos eram expostos de forma casual, criando um ambiente único, personalizado, onde o cliente ao percorrer vai descobrindo e se encantando com os produtos.

Quais foram os materiais utilizados?
Utilizamos pintura, revestimento cerâmico tipo tijolo, cimento queimado, ladrilho hidráulico e as esquadrias em aço corten. Como é uma loja de objetos para arranjos florais é importante que esteja integrada com a natureza e, para isso, foram projetadas amplas janelas, por onde entra luz natural e fazem a conexão da loja com os grandes jardins projetados do lado de fora. O forro é simples e neutralizado através de pintura grafite e o ar condicionado é aparente.

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Quais foram os desafios enfrentados?
Transformar o galpão, utilizado para depósito dos produtos, em uma loja atraente que fosse bem visível no entorno e se destacasse na rua.

Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
Demonstrar a grande diversidade de produtos, criar um espaço para workshops com grandes profissionais de decoração de mesas e festas para inspirar e ensinar os clientes e, facilitar a saída de produtos quando vendidos em grande quantidade pelo depósito.

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Qual foi o conceito de Visual Merchandising aplicado?
O conceito foi criar um ambiente inspirador de criatividade para o cliente, que toca com facilidade os produtos e pode fazer a montagem da decoração que imaginar. O conceito de exposição apresentar a exposição do produto em volume, tanto na parede, quanto principalmente nas mesas centrais da loja, onde são combinados de forma criativa, lembrando um mercado onde o cliente interage, descobre e se encanta com aquilo que vê. Nas paredes estão expostos os produtos de linha fixa e nas mesas, distribuídas na área central, estão expostos os produtos de coleção.

A variedade de mobiliário central e a desestruturação fazem parte do conceito da loja. A iluminação cenográfica foi pensada de forma a reforçar o conceito criativo do ambiente e evidenciar os pontos focais e mesas. Uma grande grelha metálica fixada logo abaixo do forro distribui as luminárias e lâmpadas no ambiente. Na área periférica da grelha são fixados spots direcionáveis para destacar os produtos expostos nas paredes.

Sobre as mesas, existem luminárias pendentes tipo panelas que complementam o ar descontraído do projeto. No centro da loja foram utilizados tubo leds (sem luminária) pendurados em várias alturas, que em contraste com o forro escuro, proporcionam um efeito inusitado e curioso ao ambiente.

O que o projeto significou para a empresa/você?
Uma oportunidade de desenvolver um projeto descontraído, informal e criativo, utilizando soluções despojadas e a experiência de projetar uma iluminação mais solta e menos padronizada.

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RDI Brasil anuncia os Vencedores do 4º Prêmio Design de Varejo

RDI Brasil anuncia os Vencedores do 4º Prêmio Design de Varejo

Aconteceu no dia 01/12 a entrega do 4º Prêmio Design de Varejo. O Retail Design Institute Brasilreconheceu os melhores projetos de varejo, que disputaram 12 categorias, entre elas Supermercados e Hipermercados, Lojas de Moda e Acessórios, Quiosques, Vitrines e 5 categorias especiais: “iluminação”, “sustentabilidade”, “visual merchandising”, “comunicação visual” e “loja do ano”.

Neste ano, os alunos do IED São Paulo, receberam uma menção honrosa pelo projeto realizado para o curso One Year Retail Design & Visual Merchandising.

Na cerimônia, Marcos Gouvêa de Souza, CEO da GS& – Gouvêa de Souza, foi eleito personalidade do ano pelo Retail Design Institute Brasil.

Confira abaixo os vencedores deste ano:

Lojas de Moda e Acessórios  – Grandes Formatos

Riachuelo Otávio Rocha - FAL Design Estratégico

Lojas de Moda e Acessórios – Médios Formatos

Loja Paquetá - 2buy Inteligência em Comunicação Visual

Lojas de Moda e Acessórios – Pequenos Formatos

Puma Select - Acampoi Arquitetura

Restaurantes | Cafés

Restaurante 348 CORRIENTES - Studio Zeh

Lojas de Alimentação | Mini Mercados | Conveniências

Hortigran Express - Total Varejo – Arquitetura e Gestão

Supermercados e Hipermercados

Super Muffato Aurora Shopping - Opus Design

Lojas Diversas – Grandes Formatos

Espaço Original Faria Lima - Mgóes Arquitetura + Design

Lojas Diversas – Médios Formatos

Agência Conceito Sicredi - Acampoi Arquitetura

Lojas Diversas – Pequenos Formatos

Zonna do Aroma – Cintia Lie Matuzawa

Pop-up | Ambientações | Shop-in-Shop

Silos de Luz - Fernando Maculan

Quiosques

The Body Shop Quiosque - FAL Design Estratégico

Vitrines

Vitrine Flower Market para Cia Marítima - 1374 agência

Prêmios especiais:

ILUMINAÇÃO

Restaurante 348 CORRIENTES - Studio Zeh

SUSTENTABILIDADE

Angeloni Maringá - Douglas Piccolo

VISUAL MERCHANDISING

Super Muffato Madre Leonia - Opus Design

COMUNICAÇÃO VISUAL

Espaço Original Faria Lima - Mgóes Arquitetura + Design

LOJA DO ANO

Restaurante 348 CORRIENTES - Studio Zeh

Categoria Estudante:

MENÇÃO HONROSA

Loja de Artigos Masculinos – D5 - Alessandra de Grada, Lina Idoeta, Lorena Coelho

ALUNA DESTAQUE

Loja de Calçados – LM Feet Experience - Yasmim Bolzan

O evento deste ano contou com o patrocínio da Fast, Droid, Omega, Espaço Único e apoio do IED São Paulo.

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RDI Brasil na 16ª Convenção ABF do Franchising

A Associação Brasileira de Franchising, realizou entre os dias 26 e 30 de Outubro a sua 16ª Convenção ABF do Franchising, que teve como tema a Conexão e Resiliência.

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Como de costume, o Retail Design Institute Brasil teve o seu lounge, onde pode divulgar as suas atividades, o trabalho dos seus associados, e receber os amigos e as autoridades presentes.

Representaram a nossa associação os Diretores Manoel Alves Lima e Maurício Queiroz junto com os associados Juliana Neves e Ricardo Cardoso.

Premiação RDI+ABF de Design 2016

Durante o jantar do segundo dia da 16ª Convenção Anual da Associação Brasileira de Franchising, foram apresentados os vencedores do Prêmio ABF+RDI de Design 2016.

Esse evento que já faz parte do calendário oficial das duas instituições, reconhece o esforço inovador das marcas e o trabalho criativo da nossa comunidade.

O prêmio, que abrange as categorias Loja; Quiosque; Vitrine, Visual Merchandising, Embalagem, Produto; Campanha e Ação de Marketing, teve como vencedores dois associados do RDI, a Juliana Neves da Kube Arquitetura, na categoria Loja e Ricardo Cardoso da FAL na categoria Quiosque.

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Categoria Loja / Kube Arquitetura

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Categoria Quiosque / FAL Design Estratégico

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Arquitetos! Como se posicionar em tempos de crise? – Inscreva-se!

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Nosso diretor financeiro, Pedro Caribé, irá realizar um workshop com o tema: Arquitetos! Como se posicionar em tempos de crise?, junto com Lorreine Claudio (Lore Arquitetura) e Marcelo Nudel (Ca2 Consultores Ambientais Associados).
 
O evento gratuito será realizado no Instituto Phorte Educação, no dia 05 de Novembro, das 14h às 17h, e os inscritos receberão um certificado que valerá como hora complementar e ganharão um workshop de Desing Thinking com o Prof. Fabio Torres.
 
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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

Tatiana_Romero_romero_lab_rdi_brasilTatiana Romero
Designer de interiores, formada pela Belas Artes São Paulo, é especializada em Retail Design, Design Estratégico e Inovação para Varejo. Apaixonada por design, cenografia, cachorros e comportamento humano, vive de criar ambientes vendedores e encantadores.  Coordena todo o design do escritório RomeroLab Arquitetura, Engenharia e Design para Varejo, que atua nas áreas de criação e construção de negócios em todo o Brasil. É associada recente do RDI (Retail Design Institute) Brasil.

 Tamboatá

Foto: Sarah Mantovani

Foto: Sarah Mantovani

Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?
O projeto Tamboatá surgiu quando um grupo de sócios de Petrópolis, buscou inovar a tradicional Boate Tamboatá no seu 20º aniversário de existência, procurando referências em grandes capitais do país e do mundo.

A tradicional boate ocupava 1200m² na principal avenida da cidade de Itaipava/RJ e atraía aos finais de semana grandes artistas, bem como público de diversas as cidades do entorno e principalmente do Rio de Janeiro, que buscavam uma opção de lazer diferenciada nas noites da região serrana.

O desejo dos sócios era transformar radicalmente os 1200m² de edificação histórica em um complexo de entretenimento contemporâneo com diferentes ambientes para a movimentar o local todos os dias da semana.

Entendemos quem era o público frequentador e quem era o público que poderia ocupar o local nos outros dias da semana. Percebemos também que, além dos jovens frequentadores da boate, havia no entorno grande número de famílias, grupos de amigos e muitas empresas interessadas em opções de lazer. Surgiu então a inspiração para criar o seguinte: um bar, uma pizzaria e uma pequena boate, que nasceram depois dessa percepção e entendimento do público frequentador do local.

A partir daí, buscamos incorporar as referências da história da cidade em um ambiente rústico contemporâneo, com aplicação de linhas retas e materiais neutros, mesclados com artes e peças que buscavam valorizar artistas locais.

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Quais foram os materiais utilizados?
Utilizamos muita madeira extraída da demolição do próprio local, mesclando-a com aço corten e concreto. Muitos móveis antigos foram reciclados e reaproveitados no novo conceito.

Quais foram os desafios enfrentados?
Foram muitos desafios! Por ser uma reforma com alto nível de intervenção civil , tivemos que ter muito cuidado para preservar a fachada histórica e as estruturas desta edificação. Também tivemos que personalizar as 3 casas de forma diferente e ao mesmo tempo dentro de uma mesma “identidade Tamboatá”, chegando ao conceito de 3 vezes + Tamboatá!

Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
Os sócios têm muito carinho pelo local então, os pedidos foram muitos! As principais preocupações foram: o cuidado em atrair novos públicos sem perder o público antigo da tradicional boate; inovar em conceito e serviços em uma região muito rústica e tradicional; aplicar novas tecnologias de conforto térmico e acústico para conter o vazamento de som para a vizinhança e proporcionar uma reverberação correta para que a nova boate (em tamanho reduzido) pudesse receber grandes artistas e DJs.

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Qual foi o conceito estético aplicado?
Aplicamos o conceito de Taverna Contemporânea, derivado da historicidade local, valorizando a famosa “Estrada Real” que passa pela região com o encontro entre amigos, tudo aplicado com toques de fun design em toda a comunicação visual. A composição gráfica contou com um painel vitral de frades, quadros desenhados especialmente para o projeto com frases célebres de grandes filósofos e personalidades valorizando a vida boêmia. Também usamos o “personagem aviador” de forma abstrata em toda a comunicação, uma alusão ao nome do local TAMBOATÁ que, em tupi, significa peixe voador.

O que o projeto significou para a empresa/você?
O projeto foi incrível do começo ao fim: uma viagem ao lúdico e uma celebração à vida. O resultado final foi a parte mais emocionante principalmente pelo feedback dos clientes e usuários (novos e antigos) que, desde a inauguração, demonstraram grande identificação emocional com o novo espaço.

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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

Arlene Lubianca Planobase Lubianca RDI BrasilARLENE LUBIANCA
Arquiteta brasileira, possui mais de 35 anos de experiência no segmento de varejo. Ao longo desse período, tem dirigido diversos projetos e feito a gestão de diversas marcas dos segmentos de varejo, hotelaria e corporativo. Tem pós graduação em marketing pela ESPM-Sul, sendo uma das primeiras profissionais do Brasil a trabalhar com arquitetura de interiores com foco empresarial. Foi fundadora e presidente da Associação de Arquitetos de Interiores do RS, integrante da ASBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura) e é a atual presidente do Banco de Mobiliários da FIERGS. Tem proferido palestras por todo o território nacional.

MIRADOR Residence – Central de Vendas

Mirador Planobase Lubianca RDI Brasil

Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?

As centrais de venda de empreendimentos imobiliários apresentam um problema: tem um tempo de vida definido e depois são demolidas. Precisávamos enfrentar esta questão de modo a criar uma solução que permitisse a reutilização da Central de Vendas e que, ao mesmo tempo, transmitisse o conceito diferenciado do empreendimento. A partir desta constatação nasceu a proposta de utilização de quatro containers reaproveitados da indústria naval , que foram recuperados e repaginados, inclusive mantendo o pé direito duplo remetendo às unidades comercializadas, de modo a tornar o espaço de vendas de cem metros quadrados confortável, moderno e de acordo com o alto valor agregado em que a obra se insere.

Quais foram os materiais utilizados?

A estrutura foi totalmente metálica, basicamente dos quatro containers, revestidos internamente com painéis OSB e gesso acartonado. Na fachada foi utilizado painéis de ACM e brise da Hunter Douglas.

Quais foram os desafios enfrentados?

O cliente não queria uma central de vendas que aparentasse containers, mas que transmitisse o conceito do empreendimento. Nossa opção foi utilizar os containers como uma estrutura que permitisse ser desmontada e reaproveitada em outro local, com toda a identidade visual do espaço voltada ao conceito do empreendimento.

Mirador Planobase Lubianca RDI Brasil

Mirador Planobase Lubianca RDI Brasil

Qual foi o conceito de Visual merchandising aplicado?

A central de vendas é um varejo diferente do padrão, uma vez que o produto está em exposição através de painéis, criando um espaço onde o corretor e clientes possam interagir e conversar sobre o empreendimento, fechando o negócio. Este espaço de interação e conhecimento se apresenta em sofá, poltronas, bancada do café e as tradicionais mesas com cadeiras, de modo a deixar o cliente mais a vontade pra escolher onde prefere se instalar. No pavimento superior, tem um espaço reservado pra negociação e fechamento de contratos. Todos estes espaços são ambientados com imagens e funcionalidades do empreendimento, como a automação.

Mirador Planobase Lubianca RDI Brasil

O que o projeto significou para a empresa?

A central de vendas do Mirador foi o primeiro projeto que a empresa desenvolveu em estrutura de containers. Esta composição tem um potencial muito grande para uso em diversas situações e mercados e podem ser usados em projetos temporários ou não de varejo.

A reutilização de containers na arquitetura apresenta muitos benefícios, como mobilidade, sustentabilidade e rapidez de construção. Sua utilização é um apoio ao desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável, criativa e inovadora, com menos desperdícios e resíduos construtivos.

BLACKBULL

Blackbull Planobase Lubianca RDI Brasil

Qual foi a sua inspiração para criação do projeto?

O ponto de partida para a criação arquitetônica deste projeto piloto está totalmente integrado ao DNA da marca: indomável. O resultado foi um espaço que respira liberdade, firmeza e tenacidade, características do principal material que a loja trabalha o couro.

Quais foram os materiais utilizados?

O projeto reflete o inicio fabril da empresa sendo utilizados materiais rústicos como madeira e chapas de aço galvanizado que se adequam às coleções de moda feminina e masculina em couro, jeans e acessórios. A iluminação minimalista criou o cenário perfeito consolidando a filosofia da Blackbull e contribuindo para esta etapa futura de expansão.

Blackbull Planobase Lubianca RDI Brasil

Blackbull Planobase Lubianca RDI Brasil

Blackbull Planobase Lubianca RDI Brasil

Quais foram os desafios enfrentados?

Este primeiro projeto da Loja, retirou a Blackbull das lojas de comodities de roupa de couro, acertando sua imagem forte com seu posicionamento indomável.

O que o projeto significou para a empresa?

O projeto significou a oportunidade de criar um ambiente único e instigante.

CAMERON MEGA STORE

Cameron Planobase Lubianca RDI Brasil

Qual foi a inspiração para a criação do projeto?

Cameron, uma livraria com dez pontos comerciais em Porto Alegre/RS, 100% gaúcha desejava criar a primeira MegaStore com uma percepção leve e lúdica. A concepção para concretizar o projeto de criação baseou-se no logo, que reproduz um balão de comunicação de revistas em quadrinhos. Além disso, buscamos nas tendências mundiais de ambientes que fazem a conexão de todos os elementos de design que se relacionam com cada área criada para seus diferentes públicos.

Quais foram os materiais utilizados?

Toda a concepção do projeto com aproximadamente 500 metros quadrados de área e cerca de 100 mil itens no estoque, tiveram um design de mobiliário e sinalização interna com o astral da marca, facilitando a visualização do espaço.

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Cameron Planobase Lubianca RDI Brasil

Quais foram os desafios encontrados?

O grande desafio do projeto foi a integração entre o térreo e o mezanino que foi resolvida com duas escadas vermelhas e amplas que chamam o publico para o pavimento superior. Colocou-se na parte superior um gamestore e um café além dos setores de livros de arte, culinária e viagens. No escopo do trabalho, a interpretação de que o espaço deveria ser um lugar para toda a família frequentar, e não somente isso: permanecer. A comunicação visual foi desenvolvida com um sistema que permite a troca de seção sem trocar o mobiliário ocasionando uma experiência lúdica, semelhante a uma história de quadrinhos, com espaços bem determinados.

Teve algum pedido especial feito pelo cliente?

O cliente solicitou uma loja que fosse bem iluminada e com ambientes internos com propostas de interatividade com os produtos e uma sinalização interna que é visualizada desde o mall do shopping. Foram compostos múltiplos espaços exclusivos como área infantil, store in store de games e cafeteria e lounges que aumentam o tempo de permanência na loja, convidando o cliente a encher os olhos com a diversidade de ofertas da livraria.

Cameron Planobase Lubianca RDI Brasil

Cameron Planobase Lubianca RDI Brasil

Cameron Planobase Lubianca RDI Brasil

O que o projeto significou para a empresa?

A oportunidade de ousar em formas e acabamentos. Foi criada uma fachada inusitada com grandes desafios construtivos e quebrando paradigmas de regras do próprio shopping.

PLANOBASE LUBIANCA

Rua Dom Pedro II, 1220 / 401
90550-141 | Porto Alegre | RS | T: +55-51 3337.8787
contato@planobaselubianca.com.br | www.planobaselubianca.com.br

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Marketing Democrático em marcas locais

Durante a feira Brazil Promotion que aconteceu esse mês em São Paulo, tivemos a palestra sobre os comportamentos de consumo atuais e marcas que estão praticando um marketing democrático. A especialista em branding e consumo Ana Costa, que foi executiva do Popai Brasil e o arquiteto Zé Henrique, da Studio Zeh, diretores do RDI Brasil, trouxeram alguns exemplos de varejos que trazem uma boa experiência para o consumidor atual que tem perfis bem distintos.

Banco Original

Av. Faria Lima – São Paulo
Projeto: Miguel Goes – MGoesAD
Ano: 2015
Colaboração Disruptiva
Com um pensamento disruptivo de que hoje, o banco tem que vir até o cliente e não o cliente que tem que vir até o banco, surge um novo conceito de banco como hub de encontro. Um espaço democrático, para clientes ou não, com serviço de café, onde é possível encontrar pessoas e fazer pequenas reuniões.

fmyd-studio.com

Via fmyd-studio.com

fmyd-studio.com

Via fmyd-studio.com

2 Banco original fmyd-studio.com

Via fmyd-studio.com

Storvo

Vila Madalena – São Paulo
Projeto: NEO ARQ
Marketing de Significado
Trouxeram o marketing de significado para o ponto de venda, ligando o movimento de food trucks aos sneakers da marca que ganharam o The Stru Food, um tênis temático que a sla tem aroma de bacon.

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Heineken Beco das Garrafas

Local: Copacabana – Rio de Janeiro
Projeto: Heineken + Agência Hands
Ano: 2014
Brandlove
A marca não quer mais um cliente e sim um fã. O projeto resgata e apresenta a bossa de um jeito inesperado para uma nova geração e restaura e reinaugura um importante ponto turístico na cidade maravilhosa.

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Rua Café

Vila Olímpia – São Paulo
Projeto: Studio Zeh
Em andamento
Descompressão compartilhada
Um café diferenciado, com estacionamento para bikes, onde os atendentes são baristas e uma área tipo parklet ajuda a descomprimir as tensões do dia a dia, dos seus consumidores que trabalham nos escritórios da região. Pertencente ao mesmo café, uma micro ponto de venda de 3x4m chamada de Café U permite o acesso dos clientes diretamente pela rua servindo como um Hub de Convivência, amigável e de fácil acesso.

rua cafe - studio zeh

rua cafe - studio zeh

rua cafe - studio zeh

rua cafe - studio zeh

The North Face

Shopping Morumbi – São Paulo
Projeto: Studio Zeh
Ano: 2010
Storytelling de experiência
Como trazer uma marca de produtos de clima frio para um país tropical?
Em uma ação inovadora, foram estalados provadores temáticos temporários, como geladeiras, para que os clientes pudessem experimentar os casacos da marca como se estivessem em um local com neve. Além disso, fizeram várias ações para reforçar o lifestyle da marca com formadores de opinião, blogueiros, baladeiros, etc.

the north face - studio zeh

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