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A nova Pop-Up Store da Vans Outlet

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O novo projeto de Pop-Up Store da Vans Outlet, localizado na rua Teodoro Sampaio, em Pinheiros, São Paulo, foi desenvolvido pelo escritório Acampoi Arquitetura. O mobiliário da loja foi desenvolvido e produzido pela nossa parceira do RDI Brasil, a MovMent.

A Vans Outlet teve como premissa o conceito de loja Pop-Up, tendo como maior desafio a modificação mínima do local. Assim, em sua composição de projeto, soluções como: forro aparente, vitrine aberta, piso único e mobiliário com utilização de madeira OSB, são soluções que facilitam a rápida mudança da loja, além de traduzir o conceito da marca com a linguagem street.

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O conceito de exposição também foi pensado para uma loja Pop-Up tendo painéis de parede autoportantes que se fecham como uma “caixa”, facilitando a locomoção e transporte. Além disso, tanto o mobiliário de parede, quanto o de piso, têm uma grande capacidade para  estoque de calçados e vestuário,  além de possuir sistemas de rodizio para facilitar a locomoção.

A aplicação e seleção dos materiais foram pensadas de forma a traduzir o espírito da marca : como o piso remetendo ao concreto, o metal dos mobiliários e a madeira OSB crua que, em conjunto com a cor preta da marca, traduzem uma linguagem skateboard / street para o conceito da loja. A madeira OSB – Oriented Strand Board utilizada nos mobiliários é considerada produto “verde” já que é produzida de florestas renováveis de pinus, uma preocupação da marca com a questão do meio ambiente.

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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

Solange_Renault_rdi_brasilSOLANGE VILLANUEVA RENAULT, é arquiteta formada pela FAUSP e sócia diretora da A6 Arquitetura + Design, juntamente com sua também colega de FAU, a arquiteta Iara Jatene. A A6 foi uma das primeiras empresas especializada em Arquitetura de Varejo no Brasil. Ambas, Solange e Iara são associadas do Retail Design Institute Brasil desde sua formação. Solange é também VP de Arquitetura da atual gestão do POPAI BRASIL, professora da pós graduação da IBEVAR, Sócia fundadora da ABIESV – Associação da Indústria e Serviços do Varejo e palestrante na FGV, Couromoda, entre outros.

A A6 teve sua origem em 1982 e desde então tem atuado de forma diferenciada, proporcionando soluções integradas em arquitetura, comunicação visual e identidade corporativa. Com a expertise adquirida em mais de 1000 projetos realizados, a A6 oferece soluções completas que abraçam todas as áreas relativas à imagem de um empreendimento.

Rhino

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Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?
Nos inspiramos nos jovens que têm pouco tempo, se preocupam com comida saudável, leve e prática. Com toda a personalidade, querem “fazer do meu jeito” e gostam de ambiente descontraído.

Quais foram os materiais utilizados?
Utilizamos madeira no balcão frontal, inox em toda a área de produção e bancadas, e cerâmica turquesa como revestimento. A escolha dos materiais traz um ar de estar em casa, de forma moderna e jovem.

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Quais foram os desafios enfrentados?
O grande desafio foi criar em conjunto com o cliente, um novo negócio de alimentação. O projeto abrangeu escolha de nome, logomarca, arquitetura e ambientação da loja. A operação concentrada num espaço linear necessitou estudos operacionais. O objetivo foi desenvolver um modelo de operação eficiente tanto para a escolha do produto pelo cliente, quanto para o colaborador interno, proporcionando a facilidade de reprodução do modelo de negócio, pois a empresa tem planos de expansão.

Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
Os empresários queriam que o cliente se aproximasse e visualize os produtos com facilidade. Por ter experiência em alimentação gourmet, acreditavam no potencial de atração e encantamento do produto, que é montado na frente do cliente. Os empresários são jovens e assim colocaram sua expectativa de criar um personagem com a marca, e que este personagem pudesse “conversar” com o cliente.

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Qual foi o conceito de Visual Merchandising aplicado?
Criamos um ambiente acolhedor e que demonstrasse profissionalismo, com uma identidade própria, em um pequeno espaço. O conceito do projeto é se comunicar com o público jovem e ser “descomplicado”. Interagindo com o cliente, utilizamos o rinoceronte e o passarinho na marca que explicam a forma de montagem do lanche. Complementando o conceito jovem, utilizamos iluminação de Led sobre o balcão e para criar atração visual, uma linha de iluminação indireta em toda a parte superior no fundo da loja.

O que o projeto significou para a empresa/você?
Participar do nascimento de um projeto completo, que abrange a interação de todos os elementos de comunicação do cliente, é sempre um presente para nossa empresa. É um grande desafio e um grande prazer vê-lo concretizado e com sucesso!

Floral Atlanta

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Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?
Nos inspiramos nos armazéns antigos, onde os produtos eram expostos de forma casual, criando um ambiente único, personalizado, onde o cliente ao percorrer vai descobrindo e se encantando com os produtos.

Quais foram os materiais utilizados?
Utilizamos pintura, revestimento cerâmico tipo tijolo, cimento queimado, ladrilho hidráulico e as esquadrias em aço corten. Como é uma loja de objetos para arranjos florais é importante que esteja integrada com a natureza e, para isso, foram projetadas amplas janelas, por onde entra luz natural e fazem a conexão da loja com os grandes jardins projetados do lado de fora. O forro é simples e neutralizado através de pintura grafite e o ar condicionado é aparente.

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Quais foram os desafios enfrentados?
Transformar o galpão, utilizado para depósito dos produtos, em uma loja atraente que fosse bem visível no entorno e se destacasse na rua.

Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
Demonstrar a grande diversidade de produtos, criar um espaço para workshops com grandes profissionais de decoração de mesas e festas para inspirar e ensinar os clientes e, facilitar a saída de produtos quando vendidos em grande quantidade pelo depósito.

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Qual foi o conceito de Visual Merchandising aplicado?
O conceito foi criar um ambiente inspirador de criatividade para o cliente, que toca com facilidade os produtos e pode fazer a montagem da decoração que imaginar. O conceito de exposição apresentar a exposição do produto em volume, tanto na parede, quanto principalmente nas mesas centrais da loja, onde são combinados de forma criativa, lembrando um mercado onde o cliente interage, descobre e se encanta com aquilo que vê. Nas paredes estão expostos os produtos de linha fixa e nas mesas, distribuídas na área central, estão expostos os produtos de coleção.

A variedade de mobiliário central e a desestruturação fazem parte do conceito da loja. A iluminação cenográfica foi pensada de forma a reforçar o conceito criativo do ambiente e evidenciar os pontos focais e mesas. Uma grande grelha metálica fixada logo abaixo do forro distribui as luminárias e lâmpadas no ambiente. Na área periférica da grelha são fixados spots direcionáveis para destacar os produtos expostos nas paredes.

Sobre as mesas, existem luminárias pendentes tipo panelas que complementam o ar descontraído do projeto. No centro da loja foram utilizados tubo leds (sem luminária) pendurados em várias alturas, que em contraste com o forro escuro, proporcionam um efeito inusitado e curioso ao ambiente.

O que o projeto significou para a empresa/você?
Uma oportunidade de desenvolver um projeto descontraído, informal e criativo, utilizando soluções despojadas e a experiência de projetar uma iluminação mais solta e menos padronizada.

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RDI Brasil anuncia os Vencedores do 4º Prêmio Design de Varejo

RDI Brasil anuncia os Vencedores do 4º Prêmio Design de Varejo

Aconteceu no dia 01/12 a entrega do 4º Prêmio Design de Varejo. O Retail Design Institute Brasilreconheceu os melhores projetos de varejo, que disputaram 12 categorias, entre elas Supermercados e Hipermercados, Lojas de Moda e Acessórios, Quiosques, Vitrines e 5 categorias especiais: “iluminação”, “sustentabilidade”, “visual merchandising”, “comunicação visual” e “loja do ano”.

Neste ano, os alunos do IED São Paulo, receberam uma menção honrosa pelo projeto realizado para o curso One Year Retail Design & Visual Merchandising.

Na cerimônia, Marcos Gouvêa de Souza, CEO da GS& – Gouvêa de Souza, foi eleito personalidade do ano pelo Retail Design Institute Brasil.

Confira abaixo os vencedores deste ano:

Lojas de Moda e Acessórios  – Grandes Formatos

Riachuelo Otávio Rocha - FAL Design Estratégico

Lojas de Moda e Acessórios – Médios Formatos

Loja Paquetá - 2buy Inteligência em Comunicação Visual

Lojas de Moda e Acessórios – Pequenos Formatos

Puma Select - Acampoi Arquitetura

Restaurantes | Cafés

Restaurante 348 CORRIENTES - Studio Zeh

Lojas de Alimentação | Mini Mercados | Conveniências

Hortigran Express - Total Varejo – Arquitetura e Gestão

Supermercados e Hipermercados

Super Muffato Aurora Shopping - Opus Design

Lojas Diversas – Grandes Formatos

Espaço Original Faria Lima - Mgóes Arquitetura + Design

Lojas Diversas – Médios Formatos

Agência Conceito Sicredi - Acampoi Arquitetura

Lojas Diversas – Pequenos Formatos

Zonna do Aroma – Cintia Lie Matuzawa

Pop-up | Ambientações | Shop-in-Shop

Silos de Luz - Fernando Maculan

Quiosques

The Body Shop Quiosque - FAL Design Estratégico

Vitrines

Vitrine Flower Market para Cia Marítima - 1374 agência

Prêmios especiais:

ILUMINAÇÃO

Restaurante 348 CORRIENTES - Studio Zeh

SUSTENTABILIDADE

Angeloni Maringá - Douglas Piccolo

VISUAL MERCHANDISING

Super Muffato Madre Leonia - Opus Design

COMUNICAÇÃO VISUAL

Espaço Original Faria Lima - Mgóes Arquitetura + Design

LOJA DO ANO

Restaurante 348 CORRIENTES - Studio Zeh

Categoria Estudante:

MENÇÃO HONROSA

Loja de Artigos Masculinos – D5 - Alessandra de Grada, Lina Idoeta, Lorena Coelho

ALUNA DESTAQUE

Loja de Calçados – LM Feet Experience - Yasmim Bolzan

O evento deste ano contou com o patrocínio da Fast, Droid, Omega, Espaço Único e apoio do IED São Paulo.

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RDI Brasil na 16ª Convenção ABF do Franchising

A Associação Brasileira de Franchising, realizou entre os dias 26 e 30 de Outubro a sua 16ª Convenção ABF do Franchising, que teve como tema a Conexão e Resiliência.

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Como de costume, o Retail Design Institute Brasil teve o seu lounge, onde pode divulgar as suas atividades, o trabalho dos seus associados, e receber os amigos e as autoridades presentes.

Representaram a nossa associação os Diretores Manoel Alves Lima e Maurício Queiroz junto com os associados Juliana Neves e Ricardo Cardoso.

Premiação RDI+ABF de Design 2016

Durante o jantar do segundo dia da 16ª Convenção Anual da Associação Brasileira de Franchising, foram apresentados os vencedores do Prêmio ABF+RDI de Design 2016.

Esse evento que já faz parte do calendário oficial das duas instituições, reconhece o esforço inovador das marcas e o trabalho criativo da nossa comunidade.

O prêmio, que abrange as categorias Loja; Quiosque; Vitrine, Visual Merchandising, Embalagem, Produto; Campanha e Ação de Marketing, teve como vencedores dois associados do RDI, a Juliana Neves da Kube Arquitetura, na categoria Loja e Ricardo Cardoso da FAL na categoria Quiosque.

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Categoria Loja / Kube Arquitetura

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Categoria Quiosque / FAL Design Estratégico

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Arquitetos! Como se posicionar em tempos de crise? – Inscreva-se!

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Nosso diretor financeiro, Pedro Caribé, irá realizar um workshop com o tema: Arquitetos! Como se posicionar em tempos de crise?, junto com Lorreine Claudio (Lore Arquitetura) e Marcelo Nudel (Ca2 Consultores Ambientais Associados).
 
O evento gratuito será realizado no Instituto Phorte Educação, no dia 05 de Novembro, das 14h às 17h, e os inscritos receberão um certificado que valerá como hora complementar e ganharão um workshop de Desing Thinking com o Prof. Fabio Torres.
 
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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

Tatiana_Romero_romero_lab_rdi_brasilTatiana Romero
Designer de interiores, formada pela Belas Artes São Paulo, é especializada em Retail Design, Design Estratégico e Inovação para Varejo. Apaixonada por design, cenografia, cachorros e comportamento humano, vive de criar ambientes vendedores e encantadores.  Coordena todo o design do escritório RomeroLab Arquitetura, Engenharia e Design para Varejo, que atua nas áreas de criação e construção de negócios em todo o Brasil. É associada recente do RDI (Retail Design Institute) Brasil.

 Tamboatá

Foto: Sarah Mantovani

Foto: Sarah Mantovani

Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?
O projeto Tamboatá surgiu quando um grupo de sócios de Petrópolis, buscou inovar a tradicional Boate Tamboatá no seu 20º aniversário de existência, procurando referências em grandes capitais do país e do mundo.

A tradicional boate ocupava 1200m² na principal avenida da cidade de Itaipava/RJ e atraía aos finais de semana grandes artistas, bem como público de diversas as cidades do entorno e principalmente do Rio de Janeiro, que buscavam uma opção de lazer diferenciada nas noites da região serrana.

O desejo dos sócios era transformar radicalmente os 1200m² de edificação histórica em um complexo de entretenimento contemporâneo com diferentes ambientes para a movimentar o local todos os dias da semana.

Entendemos quem era o público frequentador e quem era o público que poderia ocupar o local nos outros dias da semana. Percebemos também que, além dos jovens frequentadores da boate, havia no entorno grande número de famílias, grupos de amigos e muitas empresas interessadas em opções de lazer. Surgiu então a inspiração para criar o seguinte: um bar, uma pizzaria e uma pequena boate, que nasceram depois dessa percepção e entendimento do público frequentador do local.

A partir daí, buscamos incorporar as referências da história da cidade em um ambiente rústico contemporâneo, com aplicação de linhas retas e materiais neutros, mesclados com artes e peças que buscavam valorizar artistas locais.

Tamboatá_romero_lab_rdi_brasil

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Quais foram os materiais utilizados?
Utilizamos muita madeira extraída da demolição do próprio local, mesclando-a com aço corten e concreto. Muitos móveis antigos foram reciclados e reaproveitados no novo conceito.

Quais foram os desafios enfrentados?
Foram muitos desafios! Por ser uma reforma com alto nível de intervenção civil , tivemos que ter muito cuidado para preservar a fachada histórica e as estruturas desta edificação. Também tivemos que personalizar as 3 casas de forma diferente e ao mesmo tempo dentro de uma mesma “identidade Tamboatá”, chegando ao conceito de 3 vezes + Tamboatá!

Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
Os sócios têm muito carinho pelo local então, os pedidos foram muitos! As principais preocupações foram: o cuidado em atrair novos públicos sem perder o público antigo da tradicional boate; inovar em conceito e serviços em uma região muito rústica e tradicional; aplicar novas tecnologias de conforto térmico e acústico para conter o vazamento de som para a vizinhança e proporcionar uma reverberação correta para que a nova boate (em tamanho reduzido) pudesse receber grandes artistas e DJs.

Tamboatá_romero_lab_rdi_brasil

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Qual foi o conceito estético aplicado?
Aplicamos o conceito de Taverna Contemporânea, derivado da historicidade local, valorizando a famosa “Estrada Real” que passa pela região com o encontro entre amigos, tudo aplicado com toques de fun design em toda a comunicação visual. A composição gráfica contou com um painel vitral de frades, quadros desenhados especialmente para o projeto com frases célebres de grandes filósofos e personalidades valorizando a vida boêmia. Também usamos o “personagem aviador” de forma abstrata em toda a comunicação, uma alusão ao nome do local TAMBOATÁ que, em tupi, significa peixe voador.

O que o projeto significou para a empresa/você?
O projeto foi incrível do começo ao fim: uma viagem ao lúdico e uma celebração à vida. O resultado final foi a parte mais emocionante principalmente pelo feedback dos clientes e usuários (novos e antigos) que, desde a inauguração, demonstraram grande identificação emocional com o novo espaço.

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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

Arlene Lubianca Planobase Lubianca RDI BrasilARLENE LUBIANCA
Arquiteta brasileira, possui mais de 35 anos de experiência no segmento de varejo. Ao longo desse período, tem dirigido diversos projetos e feito a gestão de diversas marcas dos segmentos de varejo, hotelaria e corporativo. Tem pós graduação em marketing pela ESPM-Sul, sendo uma das primeiras profissionais do Brasil a trabalhar com arquitetura de interiores com foco empresarial. Foi fundadora e presidente da Associação de Arquitetos de Interiores do RS, integrante da ASBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura) e é a atual presidente do Banco de Mobiliários da FIERGS. Tem proferido palestras por todo o território nacional.

MIRADOR Residence – Central de Vendas

Mirador Planobase Lubianca RDI Brasil

Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?

As centrais de venda de empreendimentos imobiliários apresentam um problema: tem um tempo de vida definido e depois são demolidas. Precisávamos enfrentar esta questão de modo a criar uma solução que permitisse a reutilização da Central de Vendas e que, ao mesmo tempo, transmitisse o conceito diferenciado do empreendimento. A partir desta constatação nasceu a proposta de utilização de quatro containers reaproveitados da indústria naval , que foram recuperados e repaginados, inclusive mantendo o pé direito duplo remetendo às unidades comercializadas, de modo a tornar o espaço de vendas de cem metros quadrados confortável, moderno e de acordo com o alto valor agregado em que a obra se insere.

Quais foram os materiais utilizados?

A estrutura foi totalmente metálica, basicamente dos quatro containers, revestidos internamente com painéis OSB e gesso acartonado. Na fachada foi utilizado painéis de ACM e brise da Hunter Douglas.

Quais foram os desafios enfrentados?

O cliente não queria uma central de vendas que aparentasse containers, mas que transmitisse o conceito do empreendimento. Nossa opção foi utilizar os containers como uma estrutura que permitisse ser desmontada e reaproveitada em outro local, com toda a identidade visual do espaço voltada ao conceito do empreendimento.

Mirador Planobase Lubianca RDI Brasil

Mirador Planobase Lubianca RDI Brasil

Qual foi o conceito de Visual merchandising aplicado?

A central de vendas é um varejo diferente do padrão, uma vez que o produto está em exposição através de painéis, criando um espaço onde o corretor e clientes possam interagir e conversar sobre o empreendimento, fechando o negócio. Este espaço de interação e conhecimento se apresenta em sofá, poltronas, bancada do café e as tradicionais mesas com cadeiras, de modo a deixar o cliente mais a vontade pra escolher onde prefere se instalar. No pavimento superior, tem um espaço reservado pra negociação e fechamento de contratos. Todos estes espaços são ambientados com imagens e funcionalidades do empreendimento, como a automação.

Mirador Planobase Lubianca RDI Brasil

O que o projeto significou para a empresa?

A central de vendas do Mirador foi o primeiro projeto que a empresa desenvolveu em estrutura de containers. Esta composição tem um potencial muito grande para uso em diversas situações e mercados e podem ser usados em projetos temporários ou não de varejo.

A reutilização de containers na arquitetura apresenta muitos benefícios, como mobilidade, sustentabilidade e rapidez de construção. Sua utilização é um apoio ao desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável, criativa e inovadora, com menos desperdícios e resíduos construtivos.

BLACKBULL

Blackbull Planobase Lubianca RDI Brasil

Qual foi a sua inspiração para criação do projeto?

O ponto de partida para a criação arquitetônica deste projeto piloto está totalmente integrado ao DNA da marca: indomável. O resultado foi um espaço que respira liberdade, firmeza e tenacidade, características do principal material que a loja trabalha o couro.

Quais foram os materiais utilizados?

O projeto reflete o inicio fabril da empresa sendo utilizados materiais rústicos como madeira e chapas de aço galvanizado que se adequam às coleções de moda feminina e masculina em couro, jeans e acessórios. A iluminação minimalista criou o cenário perfeito consolidando a filosofia da Blackbull e contribuindo para esta etapa futura de expansão.

Blackbull Planobase Lubianca RDI Brasil

Blackbull Planobase Lubianca RDI Brasil

Blackbull Planobase Lubianca RDI Brasil

Quais foram os desafios enfrentados?

Este primeiro projeto da Loja, retirou a Blackbull das lojas de comodities de roupa de couro, acertando sua imagem forte com seu posicionamento indomável.

O que o projeto significou para a empresa?

O projeto significou a oportunidade de criar um ambiente único e instigante.

CAMERON MEGA STORE

Cameron Planobase Lubianca RDI Brasil

Qual foi a inspiração para a criação do projeto?

Cameron, uma livraria com dez pontos comerciais em Porto Alegre/RS, 100% gaúcha desejava criar a primeira MegaStore com uma percepção leve e lúdica. A concepção para concretizar o projeto de criação baseou-se no logo, que reproduz um balão de comunicação de revistas em quadrinhos. Além disso, buscamos nas tendências mundiais de ambientes que fazem a conexão de todos os elementos de design que se relacionam com cada área criada para seus diferentes públicos.

Quais foram os materiais utilizados?

Toda a concepção do projeto com aproximadamente 500 metros quadrados de área e cerca de 100 mil itens no estoque, tiveram um design de mobiliário e sinalização interna com o astral da marca, facilitando a visualização do espaço.

Cameron Planobase Lubianca RDI Brasil

Cameron Planobase Lubianca RDI Brasil

Quais foram os desafios encontrados?

O grande desafio do projeto foi a integração entre o térreo e o mezanino que foi resolvida com duas escadas vermelhas e amplas que chamam o publico para o pavimento superior. Colocou-se na parte superior um gamestore e um café além dos setores de livros de arte, culinária e viagens. No escopo do trabalho, a interpretação de que o espaço deveria ser um lugar para toda a família frequentar, e não somente isso: permanecer. A comunicação visual foi desenvolvida com um sistema que permite a troca de seção sem trocar o mobiliário ocasionando uma experiência lúdica, semelhante a uma história de quadrinhos, com espaços bem determinados.

Teve algum pedido especial feito pelo cliente?

O cliente solicitou uma loja que fosse bem iluminada e com ambientes internos com propostas de interatividade com os produtos e uma sinalização interna que é visualizada desde o mall do shopping. Foram compostos múltiplos espaços exclusivos como área infantil, store in store de games e cafeteria e lounges que aumentam o tempo de permanência na loja, convidando o cliente a encher os olhos com a diversidade de ofertas da livraria.

Cameron Planobase Lubianca RDI Brasil

Cameron Planobase Lubianca RDI Brasil

Cameron Planobase Lubianca RDI Brasil

O que o projeto significou para a empresa?

A oportunidade de ousar em formas e acabamentos. Foi criada uma fachada inusitada com grandes desafios construtivos e quebrando paradigmas de regras do próprio shopping.

PLANOBASE LUBIANCA

Rua Dom Pedro II, 1220 / 401
90550-141 | Porto Alegre | RS | T: +55-51 3337.8787
contato@planobaselubianca.com.br | www.planobaselubianca.com.br

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Marketing Democrático em marcas locais

Durante a feira Brazil Promotion que aconteceu esse mês em São Paulo, tivemos a palestra sobre os comportamentos de consumo atuais e marcas que estão praticando um marketing democrático. A especialista em branding e consumo Ana Costa, que foi executiva do Popai Brasil e o arquiteto Zé Henrique, da Studio Zeh, diretores do RDI Brasil, trouxeram alguns exemplos de varejos que trazem uma boa experiência para o consumidor atual que tem perfis bem distintos.

Banco Original

Av. Faria Lima – São Paulo
Projeto: Miguel Goes – MGoesAD
Ano: 2015
Colaboração Disruptiva
Com um pensamento disruptivo de que hoje, o banco tem que vir até o cliente e não o cliente que tem que vir até o banco, surge um novo conceito de banco como hub de encontro. Um espaço democrático, para clientes ou não, com serviço de café, onde é possível encontrar pessoas e fazer pequenas reuniões.

fmyd-studio.com

Via fmyd-studio.com

fmyd-studio.com

Via fmyd-studio.com

2 Banco original fmyd-studio.com

Via fmyd-studio.com

Storvo

Vila Madalena – São Paulo
Projeto: NEO ARQ
Marketing de Significado
Trouxeram o marketing de significado para o ponto de venda, ligando o movimento de food trucks aos sneakers da marca que ganharam o The Stru Food, um tênis temático que a sla tem aroma de bacon.

Imagem: Divulgação

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Heineken Beco das Garrafas

Local: Copacabana – Rio de Janeiro
Projeto: Heineken + Agência Hands
Ano: 2014
Brandlove
A marca não quer mais um cliente e sim um fã. O projeto resgata e apresenta a bossa de um jeito inesperado para uma nova geração e restaura e reinaugura um importante ponto turístico na cidade maravilhosa.

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

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Rua Café

Vila Olímpia – São Paulo
Projeto: Studio Zeh
Em andamento
Descompressão compartilhada
Um café diferenciado, com estacionamento para bikes, onde os atendentes são baristas e uma área tipo parklet ajuda a descomprimir as tensões do dia a dia, dos seus consumidores que trabalham nos escritórios da região. Pertencente ao mesmo café, uma micro ponto de venda de 3x4m chamada de Café U permite o acesso dos clientes diretamente pela rua servindo como um Hub de Convivência, amigável e de fácil acesso.

rua cafe - studio zeh

rua cafe - studio zeh

rua cafe - studio zeh

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The North Face

Shopping Morumbi – São Paulo
Projeto: Studio Zeh
Ano: 2010
Storytelling de experiência
Como trazer uma marca de produtos de clima frio para um país tropical?
Em uma ação inovadora, foram estalados provadores temáticos temporários, como geladeiras, para que os clientes pudessem experimentar os casacos da marca como se estivessem em um local com neve. Além disso, fizeram várias ações para reforçar o lifestyle da marca com formadores de opinião, blogueiros, baladeiros, etc.

the north face - studio zeh

the north face - studio zeh

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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

Mauricio Queiroz Arquitetura

Formado em arquitetura pela Universidade Mackenzie de São Paulo em 1990, Mauricio Queiroz, é pós‐graduado pela Politécnica de Catalunya Barcelona em 1993 , membro do RDI Brasil (Retail Design Institute Brasil) e Consultor da NRF (National Retail Federation) em Nova Iorque. Trabalhou em Barcelona com Mapasa (Comunicação visual para as Olimpíadas de 1992) e com Manoel Barcells Arquitectura (1993). O Escritório Mauricio Queiroz Arquitetura iniciou suas atividades em 1994 e atua nas áreas de: design de consumo, arquitetura, gerenciamento de projetos e design de interiores para projetos comerciais e residenciais. É também sócio na Empodere‐se – Design Thinking.

Omega Shopping Cidade Jardim

OMEGA Mauricio Queiroz Arquitetura

- Como foi o projeto da Omega do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo?
A loja da Omega do Shopping Cidade Jardim, sempre teve um bom desempenho, mas sentíamos falta de um espaço de relacionamento dentro da loja, que tivesse a assistência de um relojoeiro e espaço privado para eventos com um atendimento especial, exclusivo e atencioso. De certa forma, neste projeto, tivemos a evolução dos projetos anteriores com um direcionamento mais criativo.

- Quais foram os materiais utilizados?
Materiais nobres e sóbrios: madeira zebrano FSC, mármore Crema Marfil, vidros cizelados feitos artesanalmente, vidros champagne e aço inox.

OMEGA Mauricio Queiroz Arquitetura

OMEGA Mauricio Queiroz Arquitetura

- Quais foram os desafios enfrentados?
A fidelidade aos materiais propostos pela matriz, sempre foram um desafio quando se pensa em uma execução 100% nacional. Os materiais são os mais nobres e exclusivos possíveis e funcionam como uma analogia aos produtos oferecidos pela marca. Couros, vidros ultraclear blindados, madeiras com acabamento ultra glossy, metais e vidros trabalhados manual e artesanalmente, balcões em corian diamantado, são alguns deles, entre outros.

- Houve algum pedido especial do cliente?
Sim, tivemos o pedido de uma biblioteca com bar e copa na loja, com espaço para poltronas e sofás. Um local hibrido, com a função de receber um cliente especial, que quer passar mais tempo dentro da loja, que pudesse aprender sobre relógios consultando livros ou conversar sobre detalhes técnicos com um relojoeiro. Ou simplesmente para a marca fazer um evento privativo para clientes especiais ou até fazer o lançamento de alguma coleção.

OMEGA Mauricio Queiroz Arquitetura

OMEGA Mauricio Queiroz Arquitetura

- Qual foi o conceito de Visual Merchandising aplicado?
Muito minimalista. Temos os produtos expostos em 3 lugares: vitrine, parede e balcões. A setorização é sempre feita por coleções: com temas e embaixadores da marca. O Visual Merchandising e a Comunicação são sempre condizentes com as coleções. Assim, por exemplo, nas coleções 007, Dark Side of the Moon e de peças especiais, bem como nas de datas comemorativas das Olimpíadas (a marca é  o tomador de tempo oficial das Olimpíadas), os temas aparecem representados no próprio expositor. Para as imagens, trabalhamos com cortinas automáticas como pano de fundo para as vitrines, que representam a campanha global.  Nas paredes, utilizamos “canvas” com parte da história e embaixadores da marca.

- O que o projeto significou para a empresa/você?
Um desafio com precisão suiça (literalmente: no que diz respeito à fidelidade de materiais, prazos e budget). Gerenciamos tudo diretamente com a Suiça, nosso processo é um “Turnkey”, com a responsabilidade de criar e controlar todos as etapas do processo: do start do projeto até a inauguração da loja. Tudo literalmente cronometrado.

Under Armour Morumbi Shopping

UA Mauricio Queiroz Arquitetura

- Qual foi a sua inspiração para o projeto da Under Armour no Morumbi Shopping?
Creio que tenha sido a própria história da marca. Conheci Kevin Plank, o KP, e grande parte de seu time. A UA nasceu no porão da casa de sua avó, ele era um atleta universitário, e não encontrava os produtos com tecnologia que julgava minimamente necessária para sua performance. O fenômeno da empresa nascida em garagem/porão se reflete na marca, que se tornou a marca do azarão, do “underdog”. É a marca do atleta que não é o super atleta, sortudo, mas a marca do atleta focado, resiliente, que treina e se esforça ao máximo para se superar. E auto superação é a tônica da Under Armour. Isto está amplamente inserido na loja, seja na arquitetura, seja no VM ou seja na comunicação. Esta foi a grande inspiração.

- Quais foram os materiais utilizados?
Piso em concreto (com as imperfeições que o material sugere), pintura, madeiras claras, couro e borracha para piso. Backlights em tela matrix. Mobiliário em aço com pintura, encaixes e cremalheiras desenhados customizados para a loja.

UA Mauricio Queiroz Arquitetura

UA Mauricio Queiroz Arquitetura

- Quais foram os desafios enfrentados?
Como se trata de uma marca mundial, o branding internacional teve que ser mantido, mas tropicalizado para o Brasil. Como o mix de produtos fora do país é maior que o nacional, gerenciamos as categorias de produtos e o VM de forma diferente, priorizando os esportes nacionais e a cultura local.

- Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
Sim, mantivemos o estoque no térreo, o que é muito pouco usual no Brasil devido ao tamanho e custo do m2 em Shoppings de ponta. Entretanto, desenvolvemos um sistema de armários deslizantes que otimizam o espaço.

UA Mauricio Queiroz Arquitetura

UA Mauricio Queiroz Arquitetura

- Qual foi o conceito de Visual Merchandising aplicado?
Fomos muito fiéis ao branding da marca, focando todos os elementos, imagens, acessórios e produtos com o tema “I Will” que significa treino, resiliência e superação. Imagens, manequins, aparelhos de ginástica e manequins em ação refletem esta postura.

- O que o projeto significou para a empresa/você?
Um desafio cumprido. Tivemos várias solicitações, como reuniões semanais com os Estados Unidos para decidir e aprovar todo o conceito, materiais, e budget. Foi um trabalho a quatro mãos e o resultado oi muito gratificante!

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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

Juliana Neves

Juliana Neves é a arquiteta titular da Kube Arquitetura, escritório carioca fundado em 2004 , especializado em Arquitetura Comercial e focado em projetar espaços que se conectam emocionalmente às pessoas.

Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela UFRJ e mestre em Design pela PUC-RJ, com pesquisas em Design e Emoção, com ênfase em Design para todos os sentidos, foi pesquisadora na Brown University e possui especialização em Branding e Design e Trends Forecast. Hoje, além de estar à frente da Kube, ela é dá aula no curso de Projetos Comerciais no curso One Year Design de Interiores IED Rio e é professora convidada do curso de Retail Design & Branding da PUC-RJ.

Outer. Shoes

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Com a Outer. Shoes do Rio Design Barra, a Kube Arquitetura ganhou o primeiro lugar do Prêmio Retail Design Institute Brasil 2014, na categoria Projetos para lojas até 120m². O escritório também projetou o stand da marca que acaba de ganhar os três prêmios da ABF Expo Franchising 2016: Design de Stand, Stand Inovação e Stand Sustentabilidade.

Qual foi a inspiração para a criação do stand da Outer. Shoes para a feira da ABF 2016?

O espaço de 40 m² tem o mesmo conceito das lojas da marca, “Jardim Urbano”, mas não se trata de uma reprodução. A Kube levou o clima da Outer. Shoes para a feira, criando uma atmosfera leve, fresca, contemporânea e inserida nos habitats da marca, trazendo um pouco de natureza para dentro da cidade.

Quais foram os materiais utilizados?

Na parede de fundo do stand foram usadas 120 caixas plásticas feitas de material reciclado, que foram recompradas pelo fabricante ao final do evento. As plantas, assim como os móveis em papelão reciclado da H18 Ecodesign, foram alugadas. Os nichos em pinho, uma madeira simples de tábua de obra, serão reaproveitados nas lojas. A Kube Arquitetura também pegou poltronas emprestadas do escritório da Outer. Shoes e a decoração feita com objetos garimpados terão as lojas como destino. A mesa da vitrine, onde alguns produtos foram expostos, foi feita com restos de madeira que seriam jogados no lixo. Um metalon que formava uma caixa delimitava a área do estande.

outer 2

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Quais foram os desafios desse projeto de stand da Outer . Shoes?

Reproduzir o conceito “Jardim Urbano” da marca para uma arquitetura efêmera de um stand, gerar poucos itens descartados e, também, encontrar um fornecedor que estivesse disposto a recomprar os caixotes ao final do evento para novo uso.

Teve algum pedido especial feito pelo cliente?

Transformar o stand em um pequeno oásis nos corredores da feira, onde os visitantes ficassem livres para entrar e interagir.

O que o projeto significou para a empresa?

A Outer. Shoes ganhou os três prêmios da feira com o stand, o que deixou a Kube muito feliz por ter ajudado a marca a ter esse reconhecimento na ABF, além de, alguma forma, também ter recebido atenção por ter projetado o stand que encantou os corredores da feira.

Centro de Visitantes das Paineiras

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Para oferecer uma boa infra aos visitantes que aguardam subir para o Cristo Redentor, a Kube Arquitetura foi contratada para projetar todas as operações comerciais do novo Centro de Visitantes das Paineiras no Rio: um restaurante com 260 lugares com 240m² de área interna, uma lanchonete e um bar que somados têm 156 lugares e 390m², e uma loja de souvenires por onde todos os visitantes passarão para embarque e desembarque do transporte que leva à estátua do Cristo Redentor.

Qual foi a inspiração para a criação dos projetos do Centro de Visitantes Paineiras?

A proposta dos projetos Paineiras-Corcovado era de não só integrar o visitante ao parque, com sua biodiversidade imensa, mas também uni-lo à natureza e revelar a floresta para quem visita o Cristo Redentor, oferecendo infraestrutura para os 10 mil visitantes diários que aguardam seu horário de subida para a estátua. O projeto faz uso de texturas naturais e elementos encontrados na natureza.

Quais foram os materiais utilizados?

No Restaurante Mirante Paineiras, o piso está sendo preservado, assim como os azulejos e a antiga lareira desativada: símbolos de uma história da cidade contada através da arquitetura. Além disso, A Kube desenhou luminárias de cobre com tecido metálico, um balcão em madeira demolição, portas quadriculadas em ferro pintadas de preto e duas árvores de madeira que trazem um ar sofisticado e contemporâneo aos elementos originais do espaço.

Bar das Paineiras

O Bar das Paineiras tem uma linguagem que se conecta ao restaurante através das esquadrias pretas, a paleta de cores, tijolos aparentes e do piso preservado que é o mesmo desenho do outro ambiente. As belas colunas de ferro que foram as primeiras coisas construídas no local também estão sendo preservadas e sua cobertura está sendo reconstruída com o mesmo material de antigamente. O projeto da lanchonete Naturê conta com luminárias de vime e uma estante suspensa desenhadas pelo escritório, além do azul do balcão ser inspirado no mar e céu característicos do Rio de Janeiro.

Quais foram os desafios do Bar das Paineiras e do Naturê?

No alpendre, onde ficam o Bar das Paineiras e o Naturê, o desafio foi colocar duas operações de A&B com caras diferentes, mas que, de alguma forma, dialogassem entre si. Para esse link, escolhemos o uso das esquadrias pretas que fica no local.

No Restaurante das Paineiras, o desafio foi criar elementos que preservassem e dialogassem com os materiais originais do espaço.

ALP_BAR DAS PAINEIRAS

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Loja das Paineiras

A loja conta com um painel que remete aos galhos das árvores da floresta, desenhado para guiar os visitantes pelo espaço através das sombras projetadas através dos galhos. Os produtos ficam expostos em uma estrutura verde de vergalhão.

LOJ_ENTRADA E LATERAL BILHETERIA

LOJ_INFANTIL

E na Loja das Paineiras ? Quais foram os desafios?

Um grande desafio na Loja das Paineiras foi que, por ela ser uma loja de souvenires, possuía um grande mix de produtos que poderia mudar a qualquer momento. Dessa forma, o projeto teve de se adaptar para essa variedade de produtos. Além disso, a loja fica na passagem para a área de embarque, então o mobiliário de meio de loja foi projetado de forma a poder ser montado ou desmontado,  de acordo com o fluxo de pessoas esperado para o dia.

Teve algum pedido especial feito pelo cliente?

Uma das premissas do projeto era de que todos os ambientes fossem acessíveis para pessoas com qualquer tipo de restrição: idosos, cegos, cadeirantes, etc. Os banheiros, balcões e expositores do restaurante, bar, lanchonete e da loja foram pensados para que todos os visitantes não tivessem nenhuma dificuldade.

Qual foi o conceito de Visual Merchandising aplicado?

Em parceria com a 100Norma Produções, a natureza do entorno foi a grande inspiração na criação de Visual Merchandising para a Loja das Paineiras. Para destacar o mix de produtos e direcionar o olhar do cliente dentro do PDV, ilhas de setorização sistêmicas com tools de alturas diferenciadas e equipamentos organizacionais foram criados:  tudo preparado com o intuito de integrar produto, design e comercial. Linhas orgânicas, materiais naturais e brasileiros e cores inspiradas na Floresta da Tijuca ajudaram a criar elementos visuais específicos para valorizar a exposição no interior da loja.

O que o projeto significou para a empresa?

O projeto tem visibilidade internacional e é o de maior público que a Kube já fez. Cerca de 10 mil pessoas de todas as nacionalidades passarão pelo Centro de Visitantes das Paineiras diariamente para ver uma das 7 maravilhas do mundo moderno e irão conferir os projetos que fizemos para o centro de visitantes.

Equipe Kube Arquitetura

Equipe Kube Arquitetura

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