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Arquivo da categoria: Associados

ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

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Raquel Kabbani é arquiteta formada pela Universidade Mackenzie. Trabalhou junto ao arquiteto João Armentano por mais de 10 anos, sendo responsável pela criação arquitetônica de residências de altíssimo padrão, que foram contempladas com os prêmios DECA e Casa Vogue, Desenvolveu também projetos comerciais de arquitetura e de interiores no Hotel Unique de Ruy Ohtake e no Sofitel Jequitimar Guarujá. A entrada no mundo fitness foi um mero acaso e, a partir daí, tornou-se referência nesse mercado, com assinatura de 20 unidades da Bioritmo, 100 da Smartfits e 16 da Bluefit, outros tantos estúdios, academias boutiques e academias low-costs (baixo custo) pelo Brasil. É também especialista em projetos corporativos como a nova sede (“casa 2″) da clínica multidisciplinar de emagrecimento Dr. Máximo Ravenna e IT Universe, consultórios médicos, escritórios de advocacia e corretoras de valores. Como arquiteta de varejo, assinou alguns projetos como redes de escolas de inglês Yázigi, Wizard, Wall Street English e lojas como a Charada Conceito, além de fazer coordenação de obras e acompanhamento técnico.

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BlueFit via Raquel Kabbani Arquitetura

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Smart Fit via Raquel Kabbani Arquitetura

1- Qual foi a sua inspiração para a criação desses projetos de academias?

Na RIDE STATE, estúdio de spinning (ou indoor bike) + o estúdio funcional (HIIT), a inspiração foi buscar um pouco do estilo urbano de Nova Iorque, com um ar rústico, blocos aparentes e inspirações em galpões mais distantes do centro urbano, bem característicos e cênicos. O projeto tem um grande foco na iluminação, desde a entrada e o primeiro corredor de acesso, até as salas de aula protagonistas.

Para a BlueFit, por se tratar de uma academia que teria uma forte expansão no mercado brasileiro, pensou-se em materiais de baixo custo e fácil replicação. A ideia foi que o cliente, desde o momento da matrícula, se convertesse em um assíduo fã e difusor da marca junto a seus amigos, enaltecendo o novo espaço por ele frequentado.

Na Smart Fit, fez-se a criação conceitual desde o começo da marca, pensando efetivamente em se ter um produto de alcance a todas as classes sociais, no território nacional e América Latina, que fosse replicável, alegre, energético, com layout inteligente, boa circulação e chamativo, mas sem exageros.

2- Quais foram os materiais utilizados na academia RIDE STATE?

Na academia RIDE STATE, utilizamos fortemente a estrutura metálica com a presença do aço cortem. Os blocos aparentes deram um quê de “fancy underground” juntamente com a madeira pinus (madeira de reflorestamento). O projeto luminotécnico foi muito bem elaborado criando um conceito único com um custo inteligente. A marcenaria foi cuidadosamente projetada para se encaixar em um espaço que atendesse as limitações do terreno.

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Ride State via Raquela Kabbani Arquitetura

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Smart Fit via Raquela Kabbani Arquitetura

3- Qual foi o maior desafio em todos esses projetos?
Na Ride State, tivemos que alterar todo o projeto executivo quando optaram pela inserção do estúdio 2 de aulas funcionais circuitadas em HIIT (High Intensity Interval Training). O estúdio havia sido projetado para uma sala de spinning e ganhou outra dimensão, um novo andar, uma vez que o antigo sobrado havia sido 90% demolido para uma estrutura diferente.

4- Teve algum pedido especial feito pelos seus clientes para esses projetos?
Na Ride State, como mencionamos, tivemos o acréscimo do estúdio HIIT, todo um andar a mais, que acabou gerando mais vestiários, sala da gerência, iluminação, clara-boia iluminando a escadaria, etc. Foi feita toda uma reengenharia no projeto, planilha, custos e cronogramas de obra.

Já na BlueFit, foi atingindo o objetivo principal pedido pelo cliente de ser um projeto “low-cost” (baixo custo) sem perder a qualidade e estética, com uma obra civil com o mínimo impacto possível sob o conceito do projeto.

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Bio Ritmo via Raquel Kabbani Arquitetura

5- Quais foram os conceitos de projeto em geral aplicados nessas academias ?
Buscamos sempre materiais com custo baixo e alta durabilidade. Esta é sempre uma solução de fácil replicação para franquias ou redes com potencial de expansão. Trabalhamos a logomarca de forma integrada, tanto na fachada quanto no interior do espaço. Amamos a “logomania”, que é a aplicação das variações da logomarca, onde podemos trabalhar com todas as cores do conceito da marca. Sempre há um zelo especial com relação ao projeto luminotécnico e audiovisual como um todo, desde a recepção até as salas de aula. O segredo nos projetos é aplicar sempre ao menos algum conceito que se tornará padrão, mesmo junto aos vestiários.

6- O que esses projetos significaram para a empresa/você?
O design de interiores e o projeto arquitetônico de edificação da Ride State representa uma satisfação incrível pessoal, pois está dentro daquilo que eu e minha equipe idealizamos como conceito. Temos um time ótimo de (já) antigos colaboradores que podemos contar sempre, desde a idealização do projeto, passando pela escolha dos materiais até construção e implantação, e principalmente na iluminação e marcenaria.

A Smart Fit foi a primeira marca de academias que fizemos e já sabíamos, desde o começo, que estávamos tratando do maior fenômeno fitness do Brasil e da América Latina. Entre projeto, implantação e coordenação de obras, foram aproximadamente 100 academias, dentro e fora do País.

Na Bioritmo, tive a honra de me tornar a arquiteta titular do novo projeto, depois de 12 anos desde que redesenhamos a primeira loja Shopping Pátio Higienópolis, colaborando posteriormente na criação de 20 unidades da rede. Assim, na proposta de mudança de design com relação ao antigo conceito que a academia possuía, tenho a convicção de que a academia atingiu seus objetivos e públicos-alvo, sendo desde então, uma das principais referências em academias “class A” do país.

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Ride State via Raquel Kabbani Arquitetura

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BlueFit via Raquel Kabbani Arquitetura

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Visitas técnicas BRWeek 2017

A BR Week 2017, que aconteceu no mês passado em São Paulo, promoveu a sua já conhecida seção de visitas técnicas, percorrendo marcas relevantes, inovadoras e interessantes do varejo nacional. Esse ano, o nosso associado do RDI Brasil, Rafael Lima, da Lemon Projetos, acompanhou o tour de lojas, que contou com as marcas Bodytech, Granado, Mundo Verde, Ameise Design e Oppa.

BODYTECH –  SHOPPING ELDORADO – SP

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Via Rafael Lima

A primeira loja visitada foi a Bodytech do Shopping Eldorado em São Paulo. Não por acaso, a Bodytech é reconhecida como a mais completa e moderna rede de academias do Brasil. A loja visitada possui aproximadamente 9000m², sendo a maior academia do Brasil e a 5º maior da América Latina, e conta com 700 funcionários que cuidam de seus alunos de forma especial. Com o conceito de Wellness, a academia procura cuidar do bem estar de seus 4000 alunos oferecendo uma jornada de experiências que vão muito além da pura e simples malhação.

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Via Rafael Lima

Os ambientes e os serviços proporcionam aos alunos diferentes jornadas de utilização, atendendo cada um dos perfis em seus diferentes momentos. Não é difícil encontrar alunos que frequentem o lugar mais de uma vez ao dia, seja para malhar em um momento, fazer um exercício aeróbico em outro, tomar um café, ou simplesmente socializar. A infraestrutura conta com equipamentos de última geração dimensionados sempre para que os alunos não fiquem esperando para ter que utilizá-los, mesmo nos momentos de pico. Além das áreas de musculação e natação, o local conta com serviços como restaurante, frutaria, salão de beleza, clínica médica para avaliações, loja de roupas, sauna, spa, área kids, salas de ginásticas e artes marciais. A experiência e o contato com os alunos vão além da estrutura física do local. A rede conta com o app BTFit que auxilia e estimula os alunos à realizarem atividades físicas e também promovem ações em parcerias com empresas como a Samsung.

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Via Rafael Lima

A ambientação do lugar também é um ponto a se destacar. Com um conceito moderno, e no estilo “fabril”, as instalações ficam todas a mostra, sendo contrapostas pelos acabamentos amadeirados dos pisos, que junto com a iluminação, oferecem aconchego ao local. Tudo muito bem equilibrado e bem projetado. A transparência também está muito presente no conceito que através de fechamentos em vidros das salas internas, estimulando visualmente os alunos a experimentarem tais atividades.

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Via Rafael Lima

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Via Rafael Lima

Outro cuidado que tiveram foi com a comunicação visual do local. Alertas e indicação estão sempre presentes para que os alunos tenham o menor atrito possível quando precisarem saber onde está o que, como chegar em tal lugar ou se a atividade é indicada para eles. A inovação está sempre presente na estratégia da empresa, e tendo atualmente 10% da base de alunos composta pelo público “kids” (até 15 anos) a empresa está desenvolvendo um projeto para implantação de uma primeira unidade destinada exclusivamente a este público. Todas essas ações fazem com que a academia tenha o alto nível de engajamento.

GRANADO –  SHOPPING  ELDORADO – SP

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Via Shopping Eldorado SP

A segunda loja a ser visitada foi a Granado Pharmacias do Shopping Eldorado. A rede foi fundada em 1870 pelo português José Antônio Coxito Granado, no RJ, e em 2004 adquiriu a marca Phebo. Atualmente a rede conta com 52 unidades e está em plena expansão. Inserida no segmento de cuidados pessoais a rede oferece a seus clientes diferentes linhas de produtos como sabonetes, cremes, aromatizadores, maquiagem, entre outros.

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Via Rafael Lima

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Via Rafael Lima

O conceito da loja resgata o que a marca tem de mais rico, a sua história. Móveis imperiais, quadros, objetos antigos, acabamentos, entre outros elementos, resgatam memórias afetivas e fazem com que o cliente se sentia como se voltasse no tempo. Além do Storytelling, o planograma da loja foi muito bem explorado. Os produtos, com embalagens sempre muito bem elaboradas e coloridas, destacam-se sobre os materiais de tons mais neutros e amadeirados da loja. A fachada toda envidraçada transforma a loja em uma verdadeira vitrine, a qual atrai a atenção dos consumidores que não conseguem passar desapercebidos pela mesma. A iluminação também tem um papel importante, destacando ainda mais os produtos e conferindo mais aconchego ao ambiente. Além do design visual, a loja utiliza-se do design olfativo, com fragrâncias que extrapolam os limites da loja e percorrem pelos corredores atraindo ainda mais a atenção dos consumidores. A inovação também está presente no modelo de negócios da empresa: a rede já permite que os consumidores comprem pelo site e retirem na loja.

MUNDO VERDE – SHOPPING ELDORADO – SP

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Via Shopping Eldorado SP

A Marca Mundo Verde, umas das maiores redes de lojas de franquia de produtos naturais da América Latina, que foi criada em 1987, nasceu da inspiração de uma mãe brasileira que teve a preocupação em criar suas filhas com alimentos saudáveis no início dos anos 1980, quando morava nos Estados Unidos. Hoje, a rede possui 400 lojas, onde cada unidade procura trazer uma experiência diferenciada, através de um mix de produtos adequado ao perfil do cliente de uma determinada região. Dentro das lojas, é possível encontrar nutricionistas que auxiliam na compra e ajudam no SAC da empresa, fazendo com que o consumidor se sinta ainda mais encorajado a ser saudável. Na visita técnica da loja Mundo Verde do Shopping Eldorado, foi possível entender o papel desse serviço e verificar a oportunidade que a marca tem de cuidar de seus clientes e monitorar sua saúde e bem estar. De fato, a diferenciação da marca e criação de experiência na jornada do consumidor são estruturadas e estrategicamente pensadas através de pesquisas e das informações trocadas com os seus consumidores em suas visitas à loja.

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Via Rafael Lima

AMEISE DESIGN – VILA MADALENA – SP

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Via Rafael Lima

A marca Ameise começou quando o casal de arquitetos, Luciana e Diego, sentiram que o mercado para móveis infantis não tinha muitas opções e não atendiam o momento mágico de comprar móveis para crianças. Assim, começaram a desenhar e produzir móveis, em parceria com marcenarias, que tivessem a cara desse público e que não fossem feitos em grandes quantidades. A ideia também foi produzir móveis com um design diferenciado e que fossem resistentes, podendo passar de geração para geração. Durante a visita técnica à loja, localizada no bairro da Vila Madalena em São Paulo, o grupo pôde sentir a atmosfera da marca através da experiência olfativa de um agradável perfume de bebê.

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Via Rafael Lima

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Via Rafael Lima

A loja é montada de uma forma que pareça um grande catálogo, com os produtos expostos de forma coerente e com muita personalidade, exaltando a personalização das peças. A iluminação geral da loja é acolhedora e agradável, exaltando com produtos com iluminação focal. Os acabamentos e paletas de cores escolhidos para os móveis se coordenam perfeitamente entre si e com os acessórios também. A ideia é que a pessoa possa comprar vários produtos em um só lugar, da roupinha ao berço, passando pelo papel parede da decoração do quarto aos tecidos que irão compor o ambiente. A marca tem também uma segunda linha de produtos que é produzida em uma escala maior para varejistas como a Fast Shop Kids.

OPPA – VILA MADALENA – SP

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Via Rafael Lima

A marca começou no meio online, inserindo no mercado o conceito de Smart Design – produtos com preços mais acessíveis, de fácil montagem e com um design diferenciado. Já sendo uma marca muito conhecida no meio digital, decidiu diversificar seus canais abrindo lojas físicas. Foi aí que percebeu o quanto o consumidor brasileiro gosta da experiência de ver os móveis em ambientações reais.

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Via Rafael Lima

Todas as lojas da Oppa são separadas por ambientes, onde o cliente pode ver os móveis em “uso”.  Seus funcionários são verdadeiros “fãs” da marca e passam esse entusiasmo para o público. Apesar da experiência de vivenciar os ambientes na loja física, as compras online permanecem em alta e os clientes recebem os produtos em casa facilmente.

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Via Rafael Lima

A visita técnica na Oppa, também no bairro da Vila madalena, fechou com chave de ouro o percurso de lojas da BRWeek 2017, mostrando como a marca se preocupa com temas atuais como sustentabilidade e colaboração, transmitindo esse espírito aos clientes através de um terraço externo na loja com muito verde, transformado em uma agradável área de convivência. Durante a visita, ficou claro que o público da marca é jovem, muito mais pela sua filosofia de vida do que pela idade. O grande diferencial da marca é o seu design dos produtos e o visual merchandising dos ambientes, que inspira a compra através de uma perfeita exposição e composição das peças. Pensando ainda mais na fusão do mundo online com offline, a marca pensa em colocar totens de venda online no interior das lojas, bem como aumentar a oferta de retirada de alguns produtos, na hora, em algumas lojas.

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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

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Anelise Campoi é sócia-fundadora da Acampoi Arquitetura. Formada em Edificações pela Escola Técnica Federal de São Paulo e em Arquitetura pela Universidade Bandeirante de São Paulo, iniciou sua carreira em 1998 na empresa Telesp Celular/VIVO, acompanhando todo o processo de privatização da Telesp Celular, atuando na implantação de novos prédios e lojas.

Além da Vivo também foi colaboradora em empresas multinacionais (CBRE E Nike). Na Nike foi coordenadora responsável pela implantação de Nike Stores, Shop in shops e Factory Stores .

Em 2009, abriu a empresa Acampoi Arquitetura voltada a arquitetura comercial e corporativa. Desde então, vem atuando com grandes redes no desenvolvimento e execuções de projetos. A Acampoi Arquitetura conquistou o prêmio de design de varejo RDI Retail Design Institute Brasil na categoria médios formatos com a loja Scavone em 2014, e em 2016, com a agência Sicredi Av Paulista (na categoria: médios formatos) e Puma (na categoria pequenos formatos).

LOJA TEMPORÁRIA FILA – EVENTO RIO OPEN 2017

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1.-  Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?
O briefing do cliente veio com o intuito de criarmos uma loja temporária para funcionar durante o Rio Open 2017 (20 a 26/fev/2017). O projeto teria que mostrar ao público do esporte Tênis, a marca FILA , com suas características e aspirações, com destaque para categoria dos calçados tênis. A loja deveria ter impacto visual para o público dando visibilidade à marca.

Partimos do princípio de fazer uma loja que, mesmo sendo temporária, não tivesse cara de stand, de algo temporário, e sim tivesse cara de loja mesmo e pudesse mostrar a marca com impacto. As formas da loja foram criadas com cantos arredondados para remeter à logomarca. Utilizamos linhas retas, bastante vidro e uma grande vitrine com utilização de gigantografias.

Criamos um mobiliário especial para essa loja que pudesse ser utilizado também em outras lojas eventuais: um mobiliário de visual leve , autoportante para dar flexibilidade a instalações futuras, com utilização de metal telado, madeira e uso do branco para destacar e contrastar com a cor dos produtos.  Usamos também um piso de madeira com vitrine embutida de vidro para destacar as bolinhas de tênis, valorizando o visual merchandising da loja e a temática do evento.

2- Quais foram os materiais utilizados?
Para execução da loja, foram construídas paredes em madeira de compensado de 6 mm, proveniente de reflorestamento e com posterior revestimento em bagum na cor branco, pórticos nas cores da marca para fachada e piso em madeira rústica.

Os mobiliários foram desenhados e desenvolvidos para esta loja e para uso posterior em outras lojas temporárias da marca. Utilizamos metal e madeira nos mobiliários, desenho modular, auto portante, uso de telado metálico para dar transparência e leveza.

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3- Quais os desafios enfrentados para a criação do projeto?
Os desafios foram, principalmente, o tempo curto e budget apertado para fazer uma loja temporária que praticamente era como uma loja real, com área de 140m² + Patamar de acesso de 34m².

O processo de criação dos projetos, protótipos de mobiliário e execução foram de 60 dias, aproximadamente, incluindo a execução da loja que foi feita em 15 dias.

Não tínhamos nenhum material pronto nem manuais de mobiliário da marca. Tivemos que criar tudo do zero, desenhos de mobiliário, protótipos e projetos com aprovações da marca.

4- Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
O pedido especial foi a criação de um espaço de customização onde o cliente pudesse customizar o produto com o logo do evento, seu nome e data, conforme a escolha de cada um , trazendo a memória do evento aos produtos adquiridos.

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5- Qual foram os principais conceitos de Visual Merchandising e Store Design aplicados à loja?
Usamos mobiliários modulares, flexíveis e duráveis para lojas de evento, que valorizassem o produto com suas características e tecnologia. Criamos elementos de destaque como os totens na vitrine para dar ritmo e valorização aos calçados, uma vitrine no piso com a brincadeira das bolinhas de Tênis e um espaço de customização para trazer a exclusividade ao cliente. Valorizamos a iluminação noturna da loja com destaque para vitrine e cores da marca projetadas nas árvores.

6- O que o projeto significou para a empresa/você?
O projeto nos fez olhar a arquitetura de varejo de uma outra forma. A forma de transformar algo temporário com visual de arquitetura de loja definitiva, respeitando o budget de uma loja temporária.

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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

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Miguel Góes é arquiteto formado pela FAUUSP (1987), constituiu a MGoes Arquitetura+Design em 2010 reunindo arquitetos e designers, com os quais elabora projetos para clientes como Unilever, Bayer, Banco Original, entre outros; moldando o escopo de trabalho às necessidades e peculiaridades de cada cliente, criando e desenvolvendo desde objetos à edifícios.

Miguel é associado do RDI Brasil e recentemente desenvolveu, junto com os arquitetos Mario Tavares, Cecília Góes, ambos coordenadores, Gabriel Blanco, Priscilla Bernovitz, Rafael Igayara e a designer Ana Carolina Caldas Fernandes, o projeto de carrinho/quiosque para a marca de sorvetes americana Ben & Jerry’s.

 BEN & JERRY’S

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1- Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?
O cliente pedia um veículo, uma loja sobre rodas. Pensamos em um design diferenciado, em não utilizar um veículo existente, mesclando texturas e elementos da marca Ben&Jerry’s com veículos icônicos, de certa forma vintage, que têm relação com o universo da marca. Tinha ainda que ter um aspecto lúdico e “fun”. Outra fonte de inspiração foram os elementos de identidade e visual merchandising que já eram empregados por nós nas lojas da marca.


2- Quais foram os materiais utilizados?
Fundamentalmente usamos a telha ondulada como pano de fundo. Nas lojas da marca, esse material remete às construções rurais, os celeiros, os estábulos e  os silos. Sobre a textura ondulada, aplicamos cores e a iconografia da marca de forma sobreposta, criando uma linguagem de recortes e colagem.

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3- Quais os desafios enfrentados para a criação do projeto?
Em primeiro lugar, o prazo. Com o tempo correndo, fizemos uma concepção relâmpago, aprovada aqui e pela matriz da Ben&Jerry’s. Em segundo lugar, acomodar em um espaço mínimo um programa completo de equipamentos e acessórios. O programa de necessidades e equipamentos sofreu acréscimos ao longo do caminho. Funcionalmente é um programa complexo com instalações elétricas e hidráulicas refinadas, com freezers, estoque, exaustão, saída de calor para compressor, contenção para dreno e possíveis vazamentos. Subcontratamos e coordenamos os projetos complementares. O “veículo” deveria ainda ser facilmente transportável e manejável, pensado para transporte e instalação em pontos de venda remotos. E, finalmente, o custo. Uma das diretrizes foi trabalharmos com total atenção ao custos de fabricação e instalação.

4- Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
O cliente solicitou uma loja “sobre rodas”, mas que não pudesse ser de forma nenhuma identificada como um veículo real, remetendo a uma marca existente de automóveis.

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 5- Qual foi o conceito de Comunicação Visual aplicado?
Usamos elementos de identidade visual que já eram empregados por nós nas lojas da marca, com o máximo destaque para a Woody Cow e as montanhas de Vermont, todos aplicados como colagem sobre a textura de telhas e cores vivas do universo visual da marca.

6- O que o projeto significou para a empresa/você?
Temos contribuído sistematicamente com elementos específicos para as lojas que projetamos para a marca. Foram já doze lojas até o presente momento. Ao longo desse processo, incorporamos elementos que têm sido utilizados pelo mundo afora. Este projeto, que é integralmente inventado por nós, marca um passo importante no relacionamento com o cliente Ben & Jerry´s.

 

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A nova Pop-Up Store da Vans Outlet

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O novo projeto de Pop-Up Store da Vans Outlet, localizado na rua Teodoro Sampaio, em Pinheiros, São Paulo, foi desenvolvido pelo escritório Acampoi Arquitetura. O mobiliário da loja foi desenvolvido e produzido pela nossa parceira do RDI Brasil, a MovMent.

A Vans Outlet teve como premissa o conceito de loja Pop-Up, tendo como maior desafio a modificação mínima do local. Assim, em sua composição de projeto, soluções como: forro aparente, vitrine aberta, piso único e mobiliário com utilização de madeira OSB, são soluções que facilitam a rápida mudança da loja, além de traduzir o conceito da marca com a linguagem street.

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O conceito de exposição também foi pensado para uma loja Pop-Up tendo painéis de parede autoportantes que se fecham como uma “caixa”, facilitando a locomoção e transporte. Além disso, tanto o mobiliário de parede, quanto o de piso, têm uma grande capacidade para  estoque de calçados e vestuário,  além de possuir sistemas de rodizio para facilitar a locomoção.

A aplicação e seleção dos materiais foram pensadas de forma a traduzir o espírito da marca : como o piso remetendo ao concreto, o metal dos mobiliários e a madeira OSB crua que, em conjunto com a cor preta da marca, traduzem uma linguagem skateboard / street para o conceito da loja. A madeira OSB – Oriented Strand Board utilizada nos mobiliários é considerada produto “verde” já que é produzida de florestas renováveis de pinus, uma preocupação da marca com a questão do meio ambiente.

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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

Solange_Renault_rdi_brasilSOLANGE VILLANUEVA RENAULT, é arquiteta formada pela FAUSP e sócia diretora da A6 Arquitetura + Design, juntamente com sua também colega de FAU, a arquiteta Iara Jatene. A A6 foi uma das primeiras empresas especializada em Arquitetura de Varejo no Brasil. Ambas, Solange e Iara são associadas do Retail Design Institute Brasil desde sua formação. Solange é também VP de Arquitetura da atual gestão do POPAI BRASIL, professora da pós graduação da IBEVAR, Sócia fundadora da ABIESV – Associação da Indústria e Serviços do Varejo e palestrante na FGV, Couromoda, entre outros.

A A6 teve sua origem em 1982 e desde então tem atuado de forma diferenciada, proporcionando soluções integradas em arquitetura, comunicação visual e identidade corporativa. Com a expertise adquirida em mais de 1000 projetos realizados, a A6 oferece soluções completas que abraçam todas as áreas relativas à imagem de um empreendimento.

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Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?
Nos inspiramos nos jovens que têm pouco tempo, se preocupam com comida saudável, leve e prática. Com toda a personalidade, querem “fazer do meu jeito” e gostam de ambiente descontraído.

Quais foram os materiais utilizados?
Utilizamos madeira no balcão frontal, inox em toda a área de produção e bancadas, e cerâmica turquesa como revestimento. A escolha dos materiais traz um ar de estar em casa, de forma moderna e jovem.

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Quais foram os desafios enfrentados?
O grande desafio foi criar em conjunto com o cliente, um novo negócio de alimentação. O projeto abrangeu escolha de nome, logomarca, arquitetura e ambientação da loja. A operação concentrada num espaço linear necessitou estudos operacionais. O objetivo foi desenvolver um modelo de operação eficiente tanto para a escolha do produto pelo cliente, quanto para o colaborador interno, proporcionando a facilidade de reprodução do modelo de negócio, pois a empresa tem planos de expansão.

Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
Os empresários queriam que o cliente se aproximasse e visualize os produtos com facilidade. Por ter experiência em alimentação gourmet, acreditavam no potencial de atração e encantamento do produto, que é montado na frente do cliente. Os empresários são jovens e assim colocaram sua expectativa de criar um personagem com a marca, e que este personagem pudesse “conversar” com o cliente.

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Qual foi o conceito de Visual Merchandising aplicado?
Criamos um ambiente acolhedor e que demonstrasse profissionalismo, com uma identidade própria, em um pequeno espaço. O conceito do projeto é se comunicar com o público jovem e ser “descomplicado”. Interagindo com o cliente, utilizamos o rinoceronte e o passarinho na marca que explicam a forma de montagem do lanche. Complementando o conceito jovem, utilizamos iluminação de Led sobre o balcão e para criar atração visual, uma linha de iluminação indireta em toda a parte superior no fundo da loja.

O que o projeto significou para a empresa/você?
Participar do nascimento de um projeto completo, que abrange a interação de todos os elementos de comunicação do cliente, é sempre um presente para nossa empresa. É um grande desafio e um grande prazer vê-lo concretizado e com sucesso!

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Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?
Nos inspiramos nos armazéns antigos, onde os produtos eram expostos de forma casual, criando um ambiente único, personalizado, onde o cliente ao percorrer vai descobrindo e se encantando com os produtos.

Quais foram os materiais utilizados?
Utilizamos pintura, revestimento cerâmico tipo tijolo, cimento queimado, ladrilho hidráulico e as esquadrias em aço corten. Como é uma loja de objetos para arranjos florais é importante que esteja integrada com a natureza e, para isso, foram projetadas amplas janelas, por onde entra luz natural e fazem a conexão da loja com os grandes jardins projetados do lado de fora. O forro é simples e neutralizado através de pintura grafite e o ar condicionado é aparente.

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Quais foram os desafios enfrentados?
Transformar o galpão, utilizado para depósito dos produtos, em uma loja atraente que fosse bem visível no entorno e se destacasse na rua.

Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
Demonstrar a grande diversidade de produtos, criar um espaço para workshops com grandes profissionais de decoração de mesas e festas para inspirar e ensinar os clientes e, facilitar a saída de produtos quando vendidos em grande quantidade pelo depósito.

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Qual foi o conceito de Visual Merchandising aplicado?
O conceito foi criar um ambiente inspirador de criatividade para o cliente, que toca com facilidade os produtos e pode fazer a montagem da decoração que imaginar. O conceito de exposição apresentar a exposição do produto em volume, tanto na parede, quanto principalmente nas mesas centrais da loja, onde são combinados de forma criativa, lembrando um mercado onde o cliente interage, descobre e se encanta com aquilo que vê. Nas paredes estão expostos os produtos de linha fixa e nas mesas, distribuídas na área central, estão expostos os produtos de coleção.

A variedade de mobiliário central e a desestruturação fazem parte do conceito da loja. A iluminação cenográfica foi pensada de forma a reforçar o conceito criativo do ambiente e evidenciar os pontos focais e mesas. Uma grande grelha metálica fixada logo abaixo do forro distribui as luminárias e lâmpadas no ambiente. Na área periférica da grelha são fixados spots direcionáveis para destacar os produtos expostos nas paredes.

Sobre as mesas, existem luminárias pendentes tipo panelas que complementam o ar descontraído do projeto. No centro da loja foram utilizados tubo leds (sem luminária) pendurados em várias alturas, que em contraste com o forro escuro, proporcionam um efeito inusitado e curioso ao ambiente.

O que o projeto significou para a empresa/você?
Uma oportunidade de desenvolver um projeto descontraído, informal e criativo, utilizando soluções despojadas e a experiência de projetar uma iluminação mais solta e menos padronizada.

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RDI Brasil anuncia os Vencedores do 4º Prêmio Design de Varejo

RDI Brasil anuncia os Vencedores do 4º Prêmio Design de Varejo

Aconteceu no dia 01/12 a entrega do 4º Prêmio Design de Varejo. O Retail Design Institute Brasilreconheceu os melhores projetos de varejo, que disputaram 12 categorias, entre elas Supermercados e Hipermercados, Lojas de Moda e Acessórios, Quiosques, Vitrines e 5 categorias especiais: “iluminação”, “sustentabilidade”, “visual merchandising”, “comunicação visual” e “loja do ano”.

Neste ano, os alunos do IED São Paulo, receberam uma menção honrosa pelo projeto realizado para o curso One Year Retail Design & Visual Merchandising.

Na cerimônia, Marcos Gouvêa de Souza, CEO da GS& – Gouvêa de Souza, foi eleito personalidade do ano pelo Retail Design Institute Brasil.

Confira abaixo os vencedores deste ano:

Lojas de Moda e Acessórios  – Grandes Formatos

Riachuelo Otávio Rocha - FAL Design Estratégico

Lojas de Moda e Acessórios – Médios Formatos

Loja Paquetá - 2buy Inteligência em Comunicação Visual

Lojas de Moda e Acessórios – Pequenos Formatos

Puma Select - Acampoi Arquitetura

Restaurantes | Cafés

Restaurante 348 CORRIENTES - Studio Zeh

Lojas de Alimentação | Mini Mercados | Conveniências

Hortigran Express - Total Varejo – Arquitetura e Gestão

Supermercados e Hipermercados

Super Muffato Aurora Shopping - Opus Design

Lojas Diversas – Grandes Formatos

Espaço Original Faria Lima - Mgóes Arquitetura + Design

Lojas Diversas – Médios Formatos

Agência Conceito Sicredi - Acampoi Arquitetura

Lojas Diversas – Pequenos Formatos

Zonna do Aroma – Cintia Lie Matuzawa

Pop-up | Ambientações | Shop-in-Shop

Silos de Luz - Fernando Maculan

Quiosques

The Body Shop Quiosque - FAL Design Estratégico

Vitrines

Vitrine Flower Market para Cia Marítima - 1374 agência

Prêmios especiais:

ILUMINAÇÃO

Restaurante 348 CORRIENTES - Studio Zeh

SUSTENTABILIDADE

Angeloni Maringá - Douglas Piccolo

VISUAL MERCHANDISING

Super Muffato Madre Leonia - Opus Design

COMUNICAÇÃO VISUAL

Espaço Original Faria Lima - Mgóes Arquitetura + Design

LOJA DO ANO

Restaurante 348 CORRIENTES - Studio Zeh

Categoria Estudante:

MENÇÃO HONROSA

Loja de Artigos Masculinos – D5 - Alessandra de Grada, Lina Idoeta, Lorena Coelho

ALUNA DESTAQUE

Loja de Calçados – LM Feet Experience - Yasmim Bolzan

O evento deste ano contou com o patrocínio da Fast, Droid, Omega, Espaço Único e apoio do IED São Paulo.

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RDI Brasil na 16ª Convenção ABF do Franchising

A Associação Brasileira de Franchising, realizou entre os dias 26 e 30 de Outubro a sua 16ª Convenção ABF do Franchising, que teve como tema a Conexão e Resiliência.

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Como de costume, o Retail Design Institute Brasil teve o seu lounge, onde pode divulgar as suas atividades, o trabalho dos seus associados, e receber os amigos e as autoridades presentes.

Representaram a nossa associação os Diretores Manoel Alves Lima e Maurício Queiroz junto com os associados Juliana Neves e Ricardo Cardoso.

Premiação RDI+ABF de Design 2016

Durante o jantar do segundo dia da 16ª Convenção Anual da Associação Brasileira de Franchising, foram apresentados os vencedores do Prêmio ABF+RDI de Design 2016.

Esse evento que já faz parte do calendário oficial das duas instituições, reconhece o esforço inovador das marcas e o trabalho criativo da nossa comunidade.

O prêmio, que abrange as categorias Loja; Quiosque; Vitrine, Visual Merchandising, Embalagem, Produto; Campanha e Ação de Marketing, teve como vencedores dois associados do RDI, a Juliana Neves da Kube Arquitetura, na categoria Loja e Ricardo Cardoso da FAL na categoria Quiosque.

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Categoria Loja / Kube Arquitetura

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Categoria Quiosque / FAL Design Estratégico

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Arquitetos! Como se posicionar em tempos de crise? – Inscreva-se!

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Nosso diretor financeiro, Pedro Caribé, irá realizar um workshop com o tema: Arquitetos! Como se posicionar em tempos de crise?, junto com Lorreine Claudio (Lore Arquitetura) e Marcelo Nudel (Ca2 Consultores Ambientais Associados).
 
O evento gratuito será realizado no Instituto Phorte Educação, no dia 05 de Novembro, das 14h às 17h, e os inscritos receberão um certificado que valerá como hora complementar e ganharão um workshop de Desing Thinking com o Prof. Fabio Torres.
 
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ENTREVISTA COM O ASSOCIADO

Tatiana_Romero_romero_lab_rdi_brasilTatiana Romero
Designer de interiores, formada pela Belas Artes São Paulo, é especializada em Retail Design, Design Estratégico e Inovação para Varejo. Apaixonada por design, cenografia, cachorros e comportamento humano, vive de criar ambientes vendedores e encantadores.  Coordena todo o design do escritório RomeroLab Arquitetura, Engenharia e Design para Varejo, que atua nas áreas de criação e construção de negócios em todo o Brasil. É associada recente do RDI (Retail Design Institute) Brasil.

 Tamboatá

Foto: Sarah Mantovani

Foto: Sarah Mantovani

Qual foi a sua inspiração para a criação do projeto?
O projeto Tamboatá surgiu quando um grupo de sócios de Petrópolis, buscou inovar a tradicional Boate Tamboatá no seu 20º aniversário de existência, procurando referências em grandes capitais do país e do mundo.

A tradicional boate ocupava 1200m² na principal avenida da cidade de Itaipava/RJ e atraía aos finais de semana grandes artistas, bem como público de diversas as cidades do entorno e principalmente do Rio de Janeiro, que buscavam uma opção de lazer diferenciada nas noites da região serrana.

O desejo dos sócios era transformar radicalmente os 1200m² de edificação histórica em um complexo de entretenimento contemporâneo com diferentes ambientes para a movimentar o local todos os dias da semana.

Entendemos quem era o público frequentador e quem era o público que poderia ocupar o local nos outros dias da semana. Percebemos também que, além dos jovens frequentadores da boate, havia no entorno grande número de famílias, grupos de amigos e muitas empresas interessadas em opções de lazer. Surgiu então a inspiração para criar o seguinte: um bar, uma pizzaria e uma pequena boate, que nasceram depois dessa percepção e entendimento do público frequentador do local.

A partir daí, buscamos incorporar as referências da história da cidade em um ambiente rústico contemporâneo, com aplicação de linhas retas e materiais neutros, mesclados com artes e peças que buscavam valorizar artistas locais.

Tamboatá_romero_lab_rdi_brasil

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Quais foram os materiais utilizados?
Utilizamos muita madeira extraída da demolição do próprio local, mesclando-a com aço corten e concreto. Muitos móveis antigos foram reciclados e reaproveitados no novo conceito.

Quais foram os desafios enfrentados?
Foram muitos desafios! Por ser uma reforma com alto nível de intervenção civil , tivemos que ter muito cuidado para preservar a fachada histórica e as estruturas desta edificação. Também tivemos que personalizar as 3 casas de forma diferente e ao mesmo tempo dentro de uma mesma “identidade Tamboatá”, chegando ao conceito de 3 vezes + Tamboatá!

Teve algum pedido especial feito pelo cliente?
Os sócios têm muito carinho pelo local então, os pedidos foram muitos! As principais preocupações foram: o cuidado em atrair novos públicos sem perder o público antigo da tradicional boate; inovar em conceito e serviços em uma região muito rústica e tradicional; aplicar novas tecnologias de conforto térmico e acústico para conter o vazamento de som para a vizinhança e proporcionar uma reverberação correta para que a nova boate (em tamanho reduzido) pudesse receber grandes artistas e DJs.

Tamboatá_romero_lab_rdi_brasil

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Qual foi o conceito estético aplicado?
Aplicamos o conceito de Taverna Contemporânea, derivado da historicidade local, valorizando a famosa “Estrada Real” que passa pela região com o encontro entre amigos, tudo aplicado com toques de fun design em toda a comunicação visual. A composição gráfica contou com um painel vitral de frades, quadros desenhados especialmente para o projeto com frases célebres de grandes filósofos e personalidades valorizando a vida boêmia. Também usamos o “personagem aviador” de forma abstrata em toda a comunicação, uma alusão ao nome do local TAMBOATÁ que, em tupi, significa peixe voador.

O que o projeto significou para a empresa/você?
O projeto foi incrível do começo ao fim: uma viagem ao lúdico e uma celebração à vida. O resultado final foi a parte mais emocionante principalmente pelo feedback dos clientes e usuários (novos e antigos) que, desde a inauguração, demonstraram grande identificação emocional com o novo espaço.

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Regulamento do 5° Prêmio Design de Varejo

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